MANUAL DE DOUTRINA
INTRODUÇÃO
INFANTARIA
MÉDICO
CAVALARIA
criação de missões

I. Como funciona o Manual de Doutrina?

Introdução ao Manual de Doutrina
MD/BG-1 O que é o Manual de Doutrina?
Guia

O Manual de Doutrina serve para detalhar todos os procedimentos operacionais padrão do GRUPO ATLAS vigentes. Aqui serão dispostas todas técnicas, táticas e procedimentos exercidos pelos diversos elementos atuantes nas operações, além de também incorporar nossa visão e estrutura na categoria de Filosofia & Estrutura Atualizado 09/10/25.

MD/BP-1 O Manual de Doutrina é para todos membros
Política

Esse Manual não foi feito para ser seguido apenas por alguns membros, ele foi feito para ser o livro sagrado do ATLAS e deve ser seguido por todos membros do grupo, sejam probatórios, alistados ou oficiais. Atualizado 09/10/25.

Blocos de Informação
MD/BG-2 O que é um bloco de Guia?
Guia

Blocos de Guia apresentam as melhores práticas e abordagens recomendadas. Eles oferecem insights, sugestões e conselhos práticos com o objetivo de melhorar o desempenho dos membros e a eficácia da unidade. Guias não são políticas obrigatórias e não são formalmente fiscalizados ou avaliados. Sua função é fornecer contexto extra, explicações aprofundadas e compartilhar o conhecimento coletivo. Blocos de Guia: - Primariamente texto e não devem depender apenas de mídias. - Não são conteúdos reforçados/exigidos. - Providenciam informação adicional. Interpretação: considerados como recomendação e boas práticas. Supervisão: não são obrigatórios, logo não possuem uma supervisão. Atualizado 09/10/25.

MD/BG-3 O que é um bloco de Política?
Guia

Blocos de Política são as regras e regulamentos imutáveis que estabelecem os padrões obrigatórios da unidade. Eles definem os limites e requisitos inegociáveis que moldam as ações, os comportamentos e o conduta operacional geral do grupo. As políticas devem ser consideradas "regras de cumprimento obrigatório", sendo fiscalizadas pelo J2 e COMANDO PESSOAL para garantir a aderência aos padrões e manter a ordem e a estrutura. O conteúdo de uma política deve ser de fácil interpretação, prático e inequívoco, de modo que seja fácil determinar objetivamente se uma violação ocorreu. Blocos de Política: - São facilmente compreensíveis. - Possuem uma linguagem simples e direta. Interpretação: devem ser seguidos sempre e o descumprimento leva a punições. Supervisão: pelo J2 e COMANDO PESSOAL. Atualizado 09/10/25.

MD/BG-4 O que é um bloco de Habilidade?
Guia

Blocos de Habilidade são as competências essenciais necessárias para operações eficazes. Eles são projetados para equipar os membros com o conhecimento e as habilidades para se destacarem em suas funções, focando no desenvolvimento de expertise prática e em proficiência demonstrável. Cada habilidade descrita é acionável e será avaliada. Diferente das Políticas, o desenvolvimento e a avaliação de uma Habilidade são projetados para uma avaliação ponto a ponto (P2P), visando a melhoria contínua e o aprendizado compartilhado, sendo monitorados pela respectiva área de combate do J4. Blocos de Habilidade: - Tem um título imperativo. - São textos imperativos. - Declaram um resultado específico. - Frequentemente estão em tópicos sequenciais Interpretação: são as capacidades e competências exigidas pelo membro para a simulação. Supervisão: pelo J4 e os instrutores associados das respectivas áreas de combate. Atualizado 09/10/25.

Procedimentos de Alteração do Manual de Doutrina
MD/BP-2 Alteração de Bloco de Política
Política

Mediante aprovação do COMANDO PESSOAL e COMANDO GERAL. Atualizado 09/10/25.

MD/BP-3 Alteração de Bloco de Habilidade
Política

Mediante aprovação do COMANDO DE TREINAMENTOS e COMANDO GERAL. Atualizado 09/10/25.

II. Filosofia & Estrutura

Filosofia
MD/BG-5 Quem somos?
Guia

Somos o Grupo ATLAS, uma comunidade de Milsim fundada em 18 de julho de 2024. Nascemos como uma resposta aos dois extremos da cena Milsim no Brasil: de um lado, grupos com rigidez hierárquica excessiva que transborda para fora do jogo, e do outro, grupos com pouca padronização e organização. O ATLAS foi criado para ser o equilíbrio nessa balança. Nossa filosofia é buscar o realismo através de Táticas, Técnicas e Procedimentos (TTPs) padronizados e inspirados na realidade, entendendo os limites da plataforma do ARMA. Dentro das operações, a simulação é nosso foco; fora delas, somos uma comunidade baseada na amizade e colaboração. Atualizado 09/10/25.

Estrutura
MD/BG-6 Estrutura Organizacional
Guia

Nossa estrutura de cargos, que prevalece fora das operações, é dividida em quatro níveis principais para garantir a organização e o desenvolvimento dos membros: - PROBATÓRIO: Cargo inicial para membros que foram aprovados no treinamento básico de infantaria. - ALISTADOS: Membros que participaram de 6 operações e tiveram um bom aproveitamento avaliado pelo J1. Eles formam o corpo geral do grupo. - OFICIAIS DE CAMPO: Membros que auxiliam na organização do grupo atuando em uma das seis áreas administrativas: J1 (Recrutamento), J2 (Pessoal), J3 (Procedimentos), J4 (Treinamentos), J5 (Servidores) e J6 (Missões & Mods) - OFICIAIS DE DIVISÃO: Membros que organizam e supervisionam conjuntos de áreas administrativas , divididos em Comando Pessoal (J1-J2), Comando de Treinamentos (J3-J4) e Comando de Operações (J5-J6), sob a liderança do Comando Geral. Atualizado 09/10/25.

MD/BG-7 Qual a diferença entre Estrutura Organizacional x Estrutura Operacional
Guia

Nossa estrutura hierárquica é dividida em duas: a Estrutura Organizacional, que prevalece fora das operações, e a Estrutura Operacional, que prevalece dentro das operações. A Est. Organizacional é baseada nos cargos administrativos: Candidatos, Probatório, Alistados, Oficiais de Campo e Oficiais de Divisão. A Operacional, por sua vez, é determinada pela hierarquia dos slots em cada missão, como Líder de Operações (LDO) ou Líder de Equipe (LDE). A Operacional sempre terá prioridade sobre a Organizacional assim que uma operação for iniciada. Atualizado 09/10/25.

MD/BG-8 Como Funciona o Sistema de Especializações por Tiers
Guia

Acreditamos na liberdade e na progressão, não prendendo os membros a uma unidade específica. Nosso sistema permite que qualquer membro atue na função que desejar, contanto que busque a devida capacitação através das especializações oferecidas. A evolução se dá por níveis de experiência chamados "tiers", que refletem o conhecimento adquirido e liberam novas responsabilidades nas operações. As áreas de combate disponíveis para especialização incluem Infantaria, Comando, Médica, Cavalaria, Asa Rotativa, Asa Fixa, Atiradores e Suporte de Missão. Atualizado 09/10/25.

MD/BG-9 Como Funciona o Sistema de Progressão de Patentes
Guia

A progressão de patentes no grupo é determinada pela participação nas operações e por atingir certos "tiers" em diferentes áreas de combate. Existem trilhas de progressão distintas para Alistados, Oficiais de Campo e Oficiais de Divisão. Atualizado 09/10/25.

MD/BP-4 Requisitos de Promoções de Patente
Política

Os requisitos para ser promovido de patente, serão os seguintes conforme o cargo: ALISTADOS - E1 - Combatente: participar de 6 operações. - E2 - Combatente de 1a Classe: participar de 12 operações. - E3 - Especialista de 3a Classe: participar de 18 operações e atingir INF2, MED1, ROT1 ou FIX1. - E4 - Especialista de 2a Classe: participar de 27 operações. - E5 - Especialista de 1a Classe: participar de 45 operações e atingir INF3, MED2, ROT2 ou FIX2 - E6 - Mestre Especialista: participar de 60 operações - E7 - Chefe Especialista: participar de 100 operações. - E8 - Chefe Mestre Especialista: apontado pelo COMANDO GERAL. OFICIAIS DE CAMPO - E3 - Cabo: apontado como OFICIAL DE CAMPO. - E4 - Sargento: participar de 27 operações. - E5 - Sargento de Campo: participar de 45 operações e atingir INF3, MED2, ROT2 ou FIX2. - E6 - Sargento de 1a Classe: participar de 60 operações. - E7 - Mestre Sargento: participar de 100 operações. - E8 - Chefe Sargento: apontado pelo COMANDO GERAL. OFICIAIS DE DIVISÃO - O1 - 2° Tenente: Apontado como oficial de divisão. - O2 - 1° Tenente: pelo menos 20 membros ativos e 6 meses de atuação como Oficial de Divisão. - O3 - Capitão: pelo menos 50 membros ativos e 12 meses de atuação como Oficial de Divisão. - O4 - Major: pelo menos 80 membros ativos e 24 meses de atuação como Oficial de Divisão. - O5 - Tenente - Coronel: pelo menos 120 membros ativos e 36 meses de atuação como Oficial de Divisão. Regras Gerais - Cada promoção só será validada se o membro tiver completado os cursos obrigatórios correspondentes à sua etapa. - O controle de cursos e presença em operações ficará sob responsabilidade do J2. - A progressão é sequencial, não sendo possível “pular etapas”. Atualizado 10/10/25.

MD/BP-5 Sobre Inatividade
Política

Atividade e Reserva 1. Atividade mínima exigida - Todo membro deve manter presença ativa em operações e no servidor. - A ausência não comunicada por mais de 30 dias resultará em movimentação automática para Reserva. 2. Período Probatório - Novos membros (em probatório) terão prazo de 2 semanas para demonstrarem atividade mínima. - Caso ultrapassem este prazo sem participação, o J2 enviará mensagem direta solicitando explicação. - Se não houver resposta, o membro será removido dos cargos e deverá abrir novo ticket para reingresso, reiniciando no probatório. - Caso haja justificativa válida, o membro será transferido para Reserva. 3. Reserva - Membros em Reserva terão prazo máximo de 60 dias, desde sua última participação, para retornar às atividades. - Caso não retornem dentro desse prazo, serão movidos para Inativos. 4. Inativos - Membros em Inativos poderão ter seus cargos removidos. - Para retornar, deverão abrir novo ticket, sendo reavaliados pelo J2. >Nota Final: O controle de presença e movimentação entre Ativo, Reserva e Inativo será de responsabilidade direta do J2, visando manter a organização e a eficiência operacional da unidade. Atualizado 14/04/2026.

III. Artigos de Conduta

Respeito
MD/BP-6 Respeito Mútuo
Política

Proíbe ataques pessoais, insultos, provocações ou qualquer forma de comunicação hostil e tóxica direcionada a outro membro sem o consentimento devido. Atualizado 14/04/2026.

MD/BP-7 Diversidade
Política

Proíbe expressamente qualquer forma de discriminação, assédio ou discurso de ódio com base em gênero, orientação sexual, religião, etnia, nacionalidade, cultura ou qualquer outra característica pessoal. Atualizado 14/04/2026.

MD/BP-8 Responsabilidade Individual
Política

Somos uma comunidade adulta, então cada um é responsável por suas ações. Use o bom senso e ajude a manter um ambiente saudável e colaborativo. Atualizado 10/10/2025.

Operação
MD/BP-9 Manutenção da Imersão e Roleplay
Política

Não realize ações que quebrem intencionalmente a imersão ou o roleplay definido para a operação, conforme estabelecido no briefing. Atualizado 14/04/2026.

MD/BP-10 Conduta sobre Falhas Técnicas
Política

Não realizar reclamações disruptivas e persistentes sobre problemas técnicos se o relato já foi feito para o seu líder ou o zeus durante uma operação. Caso seja algo que não atrapalhe propriamente a condução, busque relatar no debriefing. Atualizado 14/04/2026.

MD/BP-11 Disciplina no Briefing
Política

Não realize conversas paralelas ou interrupções durante o briefing da missão. Mantenha silêncio e atenção total ao líder da operação. Espere o momento adequado para interromper e realizar perguntas. Atualizado 14/04/2026.

MD/BP-12 Conduta no Debriefing
Política

Não realize críticas nominais ou pessoais a outros membros em público durante o debriefing. Foque todo feedback em táticas e ações de forma impessoal e construtiva. Atualizado 14/04/2026.

Comunidade
MD/BP-13 Resolução de Conflitos
Política

Não escale conflitos interpessoais ou "dramas" em canais públicos. Utilize os canais privados ou a mediação da liderança para resolver problemas. Atualizado 14/04/2026.

Conduta
MD/BP-14 Sistema de Avisos
Política

Toda violação será avaliada pelo COMANDO PESSOAL conforme a gravidade, pode ser aplicado maiores ou menores punições, a sequência é a seguinte: - 1° Aviso - 2° Aviso - 3° Punição (varia entre suspensão temporária ou expulsão do grupo). Os avisos reiniciam depois de 90 dias. Atualizado 14/04/2026.

I - Estrutura

escalão - organização operacional
MD/BG-10 Organização Hierarquica Operacional
Guia

No âmbito militar, um escalão é o nível de dimensão e responsabilidade de uma unidade militar, que se organiza em subunidades menores. Cada escalão representa um elo na cadeia de comando, ligando as unidades imediatamente superiores às subunidades que a compõem.

MD/BP-15 Pelotão
Política

O pelotão é o maior coletivo descrito. É uma unidade tática completa e autônoma para a maioria das missões. Em sua composição podemos incluir o elemento de infantaria leve, suportes terrestres e apoio de fogo através de cavalaria e artilharia, e suporte aéreo através de aeronaves de asa rotativa e asa fixa. Dispersão: Os elementos dentro do pelotão podem operar com distâncias significativas entre si, dependendo da missão (ex: infantaria assegurando terreno, suporte de morteiro logo atrás da linha de frente, JTAC/JFO em posição de observação, dentre outros.). A chave é a comunicação efetiva e a capacidade de suporte mútuo quando necessário.

MD/BP-16 Equipe
Política

A Equipe é uma subunidade dentro do elemento de infantaria do pelotão. Uma equipe é geralmente formada por dois Times de Fogo. Dispersão: Os times dentro de uma equipe operam relativamente próximos, normalmente não ultrapassando 200m de distância. O princípio é garantir suporte visual e de fogo imediato entre os times. Podem se afastar um pouco para manobras táticas (ex: flanqueamento), mas sempre mantendo a capacidade de apoio rápido.

MD/BP-17 Time
Política

É a menor unidade de manobra descrita. É a base da ação tática. Composta geralmente por 4-5 soldados, organizados em duplas (ou trios, a depender da ocasião e presença do Líder de Equipe). Um time típico inclui um Líder de Time, um Fuzileiro Automático Leve, um Granadeiro e um Fuzileiro Auxiliar. Dispersão: O time é dividido em duplas/trios e atuam muito próximos, normalmente não mais que 50m de distância. A proximidade é crítica para comunicação imediata, controle tático direto pelo líder de time, e suporte mútuo instantâneo.

MD/BG-11 Dupla ou Trio
Guia

A dupla (ou trio) é a unidade fundamental de combate e sobrevivência, composta por dois ou três indivíduos a depender da presença do Líder de Time. A composição ideal combina a experiência de combate (um operador mais experiente junto de um operador menos experiente), mas pode variar conforme a necessidade e especializações. A dupla ou trio tem responsabilidades críticas, sendo elas: - Proximidade Constante: Atuam sempre juntos, cobrindo ângulos diferentes para segurança da dupla; - Cuidado Mútuo: São os primeiros respondedores se um ficar ferido/inconsciente; Responsáveis por verificar a integridade do companheiro e responsável pelos primeiros socorros imediatos, e se necessário solicitar ajuda médica; - Consciência Situacional: Saber exatamente onde o parceiro está a todo momento é vital; - Execução Tática Conjunta: Aplicam táticas básicas de forma coordenada, como Fogo e Movimento e Movimentação por Cobertura.

FUNÇÕES DENTRO DO TIME
MD/BG-12 O Papel do Fuzileiro
Guia

Descrição: O Fuzileiro é a essência da infantaria e a base do esquadrão. Todo membro do pelotão, não importa a sua especialização, é antes de tudo um fuzileiro. Esta é a fundação de onde todas as outras funções partem e operam. Boas Práticas: - Proficiência Básica: Mantenha excelência com o seu fuzil de assalto, focando na letalidade, precisão e mobilidade. - Consciência Situacional: Atue como os olhos e ouvidos do seu time. Mantenha ativamente a segurança do perímetro (360°) e alerte sobre contatos. - Adaptabilidade: Esteja pronto para assumir outras funções ou até mesmo liderar se a situação exigir. A flexibilidade do fuzileiro é a maior força de um time.

MD/BG-13 O Papel do Fuzileiro Automático
Guia

Descrição: A principal fonte de poder de fogo orgânico do time. O maior poder do Fuzileiro Automático não é necessariamente abater um alvo individual, mas sim a sua capacidade de suprimir o inimigo com volume de fogo, negando-lhes visão, mobilidade e chance de resposta. Boas Práticas: - Fogo de Supressão: Priorize suprimir ameaças ativas ou posições suspeitas para permitir que o resto do time consiga manobrar em segurança. - Controle de Rajadas: Maximize a letalidade e preserve munição disparando em rajadas curtas e controladas. O fogo sustentado ganha batalhas, o fogo desesperado esgota a munição. - Posicionamento: Busque proativamente locais que ofereçam amplo campo de visão sobre o objetivo ou rotas de aproximação, cobrindo o avanço aliado.

MD/BG-14 O Papel do Granadeiro
Guia

Descrição: O multiplicador de força explosiva do grupo de combate. O Granadeiro possui a capacidade de lançar munições explosivas, de ocultação (fumaça) ou de iluminação em trajetórias indiretas, cobrindo distâncias muito maiores que o arremesso manual. Boas Práticas: - Alvos Abrigados: Utilize granadas de alto explosivo (HE) para engajar inimigos agrupados, atrás de muros, trincheiras ou dentro de janelas, onde o fogo direto do fuzil é ineficaz. - Controle de Espaço: Empregue granadas de fumaça com precisão para mascarar o avanço aliado ou obstruir a linha de visão de metralhadoras inimigas. - Segurança no Disparo: Calcule a queda balística e sempre considere o raio de estilhaçamento antes do disparo, certificando-se de que não há aliados muito próximos ao ponto de impacto.

MD/BG-15 O Papel do Fuzileiro Socorrista
Guia

Descrição: É um fuzileiro treinado em primeiros socorros. O Socorrista não é um médico, mas atua como um recurso imediato na linha de frente para estabilizar companheiros feridos até que recebam tratamento médico qualificado. Boas Práticas: - Prioridade de Combate: Lembre-se de que a melhor medicina de combate é a superioridade de fogo. Elimine a ameaça antes de focar totalmente no tratamento de uma baixa. - Tratamento Primário: Seu foco deve ser em parar hemorragias massivas (aplicação de torniquetes) e garantir as vias aéreas. Estabilize o paciente o suficiente para que ele sobreviva até a chegada do paramédico. - Suporte à Triagem: Trabalhe em sincronia com o Médico do pelotão, ajudando a organizar feridos, economizar suprimentos médicos e retornar os membros levemente feridos ao combate o mais rápido possível.

MD/BG-16 O Papel do Antitanque
Guia

Descrição: O principal equalizador do esquadrão contra forças mecanizadas e estruturas fortificadas. É o membro do time responsável por carregar, apontar e disparar munições antiveículo e antibunker. Boas Práticas: - Priorização de Alvos: Mantenha constante vigilância por viaturas inimigas. Não desperdice munição pesada em alvos de infantaria comuns, a menos que ordenado pelo líder para destruir construções específicas. - Consciência do Backblast: Sempre verifique as suas costas (área de sopro) e avise o time em voz alta ("Sopro livre!") antes de disparar um lançador. O backblast dentro de ambientes fechados ou próximo a aliados é fatal. - Posicionamento Rápido: Conheça as fraquezas dos veículos (traseira, motor, esteiras) e posicione-se rapidamente para acertar um disparo letal antes de ser identificado pelo veículo blindado.

MD/BG-17 O Papel do Assistente (Automático / Antitanque)
Guia

Descrição: É o braço direito, o observador e o facilitador logístico do Fuzileiro Automático ou do Antitanque. Seu papel é garantir que a arma principal da sua dupla continue funcionando e consiga engajar alvos com precisão. Boas Práticas: - Gerenciamento de Munição: Carregue a munição extra (caixas de metralhadora ou foguetes antitanque) e fique colado à sua dupla. A recarga ágil sob fogo depende inteiramente da sua proximidade. - Observador (Spotter): Identifique alvos distantes, oriente a direção do disparo da arma pesada e cante as correções de tiro (ex: "tiro curto", "ajuste à esquerda"). - Segurança de Flanco: Enquanto o Fuzileiro Automático ou Antitanque está em visão de túnel mirando no alvo, é sua função fornecer proteção aproximada contra infantaria inimiga avançando pelos flancos.

MD/BG-18 O Papel do Líder de Time
Guia

Descrição: O Líder de Time (ou Líder de Esquadra) é a ponta da lança da liderança tática e o comandante direto da unidade básica de combate. Diferente de comandos superiores, ele é um líder combatente na linha de frente que gerencia o movimento micro-tático, a comunicação e o poder de fogo de sua equipe, garantindo que a intenção do Líder de Esquadrão seja executada na prática. Boas Práticas: - Liderança pelo Exemplo: O Líder de Time dita o ritmo da equipe. A regra de ouro é a máxima "Siga-me e faça o que eu faço". O seu posicionamento, sua agressividade no avanço e a sua postura no campo de batalha são o guia imediato para os demais membros. - Controle de Fogo e Movimento: Direcione ativamente onde sua equipe deve atirar e para onde deve se mover. Aloque os setores de fogo, indique os alvos prioritários para os seus multiplicadores de força (Fuzileiro Automático e Granadeiro) e controle a cadência de disparos para evitar o desperdício de munição. - Filtro de Comunicação: Atue como o elo vital entre os fuzileiros e o Líder de Esquadrão. Absorva as informações caóticas do seu time, filtre o que é essencial e repasse ao comando superior de forma clara e concisa. Evite inundar o rádio com detalhes desnecessários. - Gerenciamento e Bem-Estar: Mantenha controle constante sobre o status da sua equipe. Saiba sempre onde seus homens estão, verifique a quantidade de munição restante, a necessidade de suprimentos médicos e garanta que o sistema de duplas não seja quebrado durante o caos do combate.

FUNÇÕES DENTRO DA EQUIPE DE RIFLES
MD/BG-19 Como funciona especificamente a estrutura da equipe?
Guia

A estrutura da equipe funciona basicamente com 2 tipos de elemento, o de Liderança e Times, o elemento de liderança é o elemento onde o Líder de Equipe fica, além dele pode ser acompanhado por até 2 membros, são eles: - Médico de Equipe - Engenheiro de Equipe - Atirador Designado Os membros que estiverem com o Líder de Equipe atuarão sobre sua responsabilidade e formarão uma dupla ou trio com o Líder de Equipe. Já os times (podem ser dois ou três) operam dentro de seus próprios elementos e são liderados pelo Líder de Equipe.

FUNÇÕES DENTRO DA EQUIPE DE ARMAS
FUNÇÕES DENTRO DO ELEMENTO DE COMANDO

II - Fundamentos

HABILIDADES BÁSICAS DO INFANTE
MD/BH-1 Mantenha o Sistema de Duplas
Habilidade

Descrição: Esta habilidade define a responsabilidade primária de cada membro de atuar em par, garantindo a segurança mútua, coesão tática e a comunicação imediata em caso de baixas. - Atue sempre em conjunto com a sua dupla designada, mantendo-se fisicamente próximo a ela durante todo o deslocamento e engajamento. - Assuma a responsabilidade mútua pela segurança do seu parceiro, cobrindo seus pontos cegos. - Monitore constantemente o estado da sua dupla. Caso ela seja ferida ou abatida, é sua obrigação alertar imediatamente o líder e o restante do time. Resultado Esperado: Garante a sobrevivência, suporte mútuo e resposta rápida em caso de baixas, evitando que membros fiquem isolados.

MD/BH-2 Garanta a Cobertura 360°
Habilidade

Descrição: Foca na iniciativa individual e constante de proteger o perímetro da unidade, garantindo que nenhum ângulo de aproximação inimiga fique desprotegido durante as operações. - Avalie constantemente o ambiente e o posicionamento dos seus aliados ao redor da formação. - Cubra proativamente qualquer ângulo, porta, janela ou setor de aproximação que esteja desprotegido. - Ajuste sua posição e seu setor de tiro automaticamente; não espere o líder mandar se você notar um ponto cego perigoso. Resultado Esperado: Previne emboscadas e garante a segurança do perímetro do time contra ameaças vindas de qualquer direção.

MD/BH-3 Evite Cruzar Linhas de Fogo
Habilidade

Descrição: Aborda a consciência espacial estrita e necessária para não bloquear o campo de visão e de tiro dos companheiros de esquadrão. - Identifique ativamente o setor onde seus aliados estão mirando e atirando (linhas de fogo). - Não passe pela frente da arma de um companheiro. Contorne por trás sempre que o terreno permitir. - Caso seja estritamente necessário cruzar a linha de mira de um aliado, avise em voz alta e clara (ex: "Cruzando!") e aguarde confirmação ou aja de forma rápida e abaixada. Resultado Esperado: Previne o fogo amigo (fratricídio) e garante que o poder de fogo da unidade não seja interrompido durante um combate.

COMUNICAÇÃO
MD/BH-4 Realize o Alerta de Contato Sequencial
Habilidade

Descrição: Estabelece um padrão de comunicação verbal rápido e disciplinado para notificar o time sobre a presença de ameaças, priorizando a direção antes dos detalhes. - Ao identificar uma ameaça, grite "Contato!" imediatamente para parar o avanço e colocar o time em alerta. - Em seguida, informe a direção do inimigo. Use pontos cardeais (ex: "Norte!", "Sul!") ou o formato de relógio (ex: "2 horas!", "9 horas!") tendo como referência a direção atual de movimento ou o objetivo (OBJ). - Complete com detalhes extras apenas após a equipe estar ciente da direção (ex: distância ou tipo de inimigo). Resultado Esperado: Transmite informações críticas de forma rápida, padronizada e sem poluição de rádio, permitindo que a equipe reaja e engaje a ameaça instantaneamente.

III - Movimentação e Combate

Formações de Movimento
MD/BG-20 Qual é o meu campo de responsabilidade numa formação?
Guia

Descrição: A segurança de uma unidade em movimento depende da cobertura constante de todos os ângulos (360°). Para evitar que múltiplos membros cubram o mesmo setor e deixem pontos cegos, a regra básica é o princípio da alternância visual baseada no companheiro à frente, eliminando a necessidade de microgerenciamento constante pelo líder. Boas Práticas: - O Homem de Ponta (Vanguarda): Se você é o primeiro da formação, sua responsabilidade primária é o setor frontal (12 horas) e a rota de avanço. - O Segundo Homem: Observe a cabeça e o fuzil do homem de ponta. Se ele está focado na frente, escolha cobrir o flanco direito ou o esquerdo. - O Terceiro Homem em diante (Alternância): Olhe para o companheiro imediatamente à sua frente. Se ele está cobrindo a direita, você automaticamente assume a responsabilidade pela esquerda (e vice-versa). - O Último Homem (Retaguarda): Se você é o último da fila, sua função é inegociável. Você deve cuidar das 6 horas (retaguarda), garantindo que a equipe não seja flanqueada ou seguida.

MD/BG-21 Qual o espaçamento adequado nas formações?
Guia

Descrição: O espaçamento adequado é fundamental para mitigar baixas causadas por explosivos, artilharia e fogo inimigo, evitando que todo o time seja neutralizado de uma vez. Boas Práticas: - Áreas Abertas e Matas: Mantenha uma distância de 3 a 5 metros entre você e o companheiro mais próximo. Este espaço é essencial para dificultar a vida do inimigo e anular granadas e explosivos. - Áreas Urbanas ou Terrenos Muito Restritos: O espaçamento pode e deve ser reduzido para menos de 1 metro. A proximidade é necessária para manter a comunicação, o controle visual, facilitar a entrada em construções (stack) e dobrar esquinas com segurança. - Adaptação Constante: O espaçamento funciona como um elástico. Expanda ou encolha automaticamente dependendo do que o ambiente exige no momento.

MD/BG-22 Quando utilizar cada formação?
Guia

Descrição: A escolha da formação tática ideal depende diretamente do nível de ameaça esperado, da necessidade de velocidade e das restrições do terreno encontrado no cenário operacional. Boas Práticas: - Cunha (Wedge): Utilize como a sua formação padrão e automática de patrulha sempre que a situação do inimigo for incerta ou desconhecida, garantindo prontidão e cobertura para todas as direções. - Coluna (Column / File): Utilize quando o deslocamento rápido for a maior prioridade da missão e o contato com forças hostis não for esperado, ou para navegar por corredores estreitos, matas fechadas e trilhas limitadas. - Linha (Line): Utilize exclusivamente para realizar assaltos a posições inimigas confirmadas ou para realizar a travessia final de áreas abertas em direção ao objetivo, focando todo o poder de parada do time para a frente.

MD/BH-5 Avance em Formação em Cunha
Habilidade

Descrição: Esta é a formação básica e principal para equipes de tiro (fireteams). Ela é essencial para situações em que a presença e a localização do inimigo são incertas. Ações: - Posicione-se em um formato de V invertido, acompanhando o líder no vértice ou no centro da formação. - Mantenha a flexibilidade do espaçamento conforme o terreno, garantindo que o seu setor de fogo interligue com o do companheiro ao lado. - Cubra o seu setor designado, seja frente, flanco esquerdo ou flanco direito, mantendo a observação constante. - Resultado Esperado: Proporciona excelente segurança e observação de 360 graus, extrema facilidade de controle para o líder e permite que a equipe reaja instantaneamente a um contato vindo de qualquer direção.

MD/BH-6 Avance em Formação de Coluna
Habilidade

Descrição: Formação focada em velocidade e navegação. É utilizada estritamente quando o contato com o inimigo não é esperado e o terreno exige progressão restrita. Ações: - Siga diretamente atrás do membro à sua frente, mantendo a formação em uma linha única e reta. - Alterne o seu setor de visão (esquerda ou direita) de forma complementar ao membro imediatamente à sua frente. - Avance com rapidez, sabendo que o poder de fogo frontal da equipe está significativamente sacrificado. - Resultado Esperado: Garante a maior velocidade de deslocamento possível, é a formação mais fácil de ser controlada e permite a travessia de terrenos muito restritos (como florestas densas, trilhas estreitas ou corredores urbanos).

MD/BH-7 Avance em Formação em Linha
Habilidade

Descrição: Uma formação primariamente de assalto e ataque. Deve ser acionada quando a posição do inimigo é conhecida ou quando é necessário cruzar uma área aberta em direção a um objetivo. Ações: - Alinhe-se lateralmente (ombro a ombro, com o devido espaçamento) com os demais membros do time. - Direcione sua arma, visão e atenção primariamente para a frente (direção do movimento ou do inimigo). - Avance mantendo o alinhamento com a equipe, prestando atenção redobrada aos comandos do líder, pois os flancos e a retaguarda estarão vulneráveis. - Resultado Esperado: Concentra e maximiza todo o poder de fogo da unidade para a direção frontal, permitindo suprimir ou destruir uma posição inimiga conhecida durante um assalto.

TÁTICAS DE COMBATE
MD/BG-23 O que é a movimentação por cobertura?
Guia

Descrição: Também conhecida doutrinariamente como "bounding overwatch", a movimentação por cobertura é uma técnica de progressão utilizada quando o contato com o inimigo é provável ou iminente. Ela divide a unidade em dois elementos para garantir segurança mútua durante o avanço. Boas Práticas: - Divisão de Tarefas: Um elemento assume posições estáticas de cobertura (overwatch), com armas apontadas e prontas para atirar em áreas de perigo. O outro elemento realiza o movimento (bounding). - Avanços Curtos: O elemento em movimento deve se deslocar apenas até a próxima posição com cobertura disponível. - Alternância: Assim que o elemento em movimento chega ao seu destino e se posiciona para cobrir, os papéis se invertem. Quem cobria passa a correr, e quem corria passa a cobrir.

MD/BH-8 Execute a movimentação por cobertura
Habilidade

Descrição: Esta habilidade aplica o avanço seguro de uma unidade sob a observação visual e proteção de companheiros estáticos, sem que haja disparos ocorrendo no momento. Ações: - Aguarde o elemento de cobertura informar que está posicionado e observando os setores críticos antes de iniciar o seu avanço. - Corra rapidamente de uma posição abrigada para a próxima, sem hesitação e sem fazer movimentos desnecessários que atrasem o trajeto. - Ao chegar na nova posição, informe em voz alta que está estabelecido, aponte a arma para o seu setor e libere o outro elemento para iniciar a corrida dele. Resultado Esperado: Garante que a unidade progrida com extrema segurança em áreas de alto risco, garantindo que sempre haja canos apontados para onde o inimigo pode aparecer.

MD/BG-24 O que é fogo e movimento?
Guia

Descrição: O fogo e movimento é a principal tática de sobrevivência e progressão de infantaria sob fogo direto. Ele é a evolução da "movimentação por cobertura", mas aplicado no caos do combate: o conceito de alternar entre um elemento estático e um elemento que corre é o mesmo, porém com a inclusão contínua de fogo de supressão para manter o inimigo abaixado. Boas Práticas: - Supressão Ativa: O elemento que está estático não apenas observa, ele atira de forma ativa e violenta contra a posição inimiga para impedir qualquer resposta. - Sincronismo: O elemento em movimento só deve se levantar e correr quando o elemento de cobertura estiver disparando e causando o efeito de supressão no alvo. - Coordenação de Voz: A comunicação clara ("Avançando!" / "Cobrindo!") é vital para não cruzar as linhas de tiro do fogo de supressão amigo.

MD/BH-9 Execute fogo e movimento
Habilidade

Descrição: A execução mecânica de avançar contra uma força hostil ativa, garantindo que o inimigo nunca tenha uma janela de oportunidade para atirar de volta. Ações: - Comunique o seu status para a dupla ou time (ex: declare que vai atirar para o parceiro avançar, ou peça fogo para você poder correr). - Como base de fogo, dispare na posição inimiga visando mantê-los abrigados. Como elemento em movimento, levante e corra do seu abrigo em direção ao próximo ponto seguro. - Assim que o elemento que correu cair atrás da nova cobertura, ele deve imediatamente iniciar os disparos para que o companheiro que estava suprimindo agora possa levantar e avançar. - Resultado Esperado: Permite que a unidade ganhe terreno (ou recue) sob ataque contínuo, negando a capacidade de reação do adversário através de um fluxo de fogo que não para.

MD/BG-25 O que é fogo e manobra?
Guia

Descrição: O fogo e manobra é uma tática de nível de esquadrão, em que se define funções específicas e imutáveis para diferentes elementos da unidade. Diferente do fogo e movimento (onde todo mundo atira e corre alternadamente), no fogo e manobra as tarefas são separadas: um grupo apenas suprime, e outro grupo apenas assalta. Boas Práticas: - Base de Fogo (Suporte): Este elemento é posicionado em um ponto com excelente visão do inimigo. Sua função é deitar fogo contínuo na posição hostil, fixando o inimigo no lugar e atraindo sua atenção. - Elemento de Manobra (Assalto): Oculto pelo barulho e distração da Base de Fogo, este elemento utiliza uma rota indireta e abrigada (frequentemente pelos flancos) para se aproximar sorrateiramente. - Assalto Final: O papel do Elemento de Manobra é entrar e limpar a posição inimiga, enquanto a Base de Fogo desloca a mira (shift fire) ou cessa os disparos para evitar fogo amigo.

MD/BH-10 Execute fogo e manobra
Habilidade

Descrição: A habilidade de operar como um sistema único de dois braços, onde um cega e prende o oponente enquanto o outro aplica o golpe final pelo flanco. Ações: - Se atuar na Base de Fogo, mantenha fogo constante no alvo. Conforme a equipe de manobra se aproxima da trincheira ou prédio inimigo, desloque seus disparos para o lado oposto para não atingir os aliados. - Se atuar no Elemento de Manobra, ignore a troca de tiros frontal e use o terreno a seu favor para correr pelos flancos sem ser detectado. - Coordene via rádio ou sinalização visual o momento exato em que o assalto vai começar para evitar qualquer fratricídio, invadindo a posição inimiga de forma letal. - Resultado Esperado: Culmina na destruição ou captura efetiva do inimigo, tirando vantagem da fixação frontal para atacar pelo flanco de forma segura.

MD/BG-26 O que é o peel ou recuo australiano?
Guia

Descrição: O Peel (ou Recuo Australiano) é uma manobra agressiva de quebra de contato projetada para esquadras de 4 homens ou patrulhas que operam em linha/coluna. Ela permite recuar e ganhar distância do inimigo enquanto mantém um poder de fogo esmagador, criando a ilusão tática de uma força maior do que realmente é. Boas Práticas: - Pontas Fixas: Os 2 membros posicionados nas pontas externas (as bordas da linha) assumem a responsabilidade de segurar o avanço inimigo com fogo pesado contínuo. - Centro Móvel: Os 2 membros posicionados mais ao centro da formação param de atirar, se viram e recuam passando por dentro do corredor formado pelos atiradores. - Revezamento Cíclico: Os membros que recuaram param atrás, viram e retomam o fogo supressivo. Então os 2 antigos atiradores que estavam na frente param, recuam por dentro desse novo corredor de cobertura e param atrás, repetindo a engrenagem até desengajar.

MD/BH-11 Execute o peel
Habilidade

Descrição: Procedimento de recuo estruturado em que a equipe "descasca" os elementos da frente para a retaguarda repetitivas vezes, garantindo uma fuga organizada e muito difícil de ser perseguida. Ações: - Ao comando de "Peel", avalie instantaneamente a sua posição na linha: se você é um dos atiradores externos ou internos. - Se for interno, declare que está recuando, corra pelo centro (costas a costas, mantendo-se sempre por trás da linha das armas), estabeleça-se na nova posição mais atrás e abra fogo. - Se você for externo, continue disparando contra o inimigo. Só pare de atirar e inicie o seu recuo pelo centro quando o time de trás avisar que já está posicionado e atirando. - Resultado Esperado: Proporciona uma quebra de contato fluida, contínua e punitiva contra a infantaria hostil, negando qualquer oportunidade de flanqueamento e permitindo a retirada segura da equipe inteira.

EXERCÍCIOS DE COMBATE
MD/BG-27 O que é a Reação ao Contato?
Guia

Descrição: Reação ao contato é a resposta imediata, instintiva e agressiva de uma unidade ao ser engajada pelo inimigo ou ao descobrir uma ameaça iminente. O objetivo inicial não é necessariamente vencer a luta ali mesmo, mas sim sobreviver aos primeiros segundos, fixar o inimigo e dar ao líder o tempo e as informações necessárias para tomar uma decisão tática. Boas Práticas: - Fogo Imediato: O primeiro passo é sempre atirar de volta. Volume de fogo bem direcionado na direção do inimigo é a sua primeira e melhor cobertura. - Busca por Abrigo: Simultaneamente ao fogo de retorno, o membro deve se mover para a melhor cobertura disponível nas proximidades, saindo da linha de tiro ("X" ou zona de matança). - Comunicação Rápida (3D): Após suprimir e se abrigar, reporte a Direção, Distância e Descrição do inimigo para que todo o time e a liderança saibam a localização e a natureza da ameaça.

MD/BH-12 Execute a reação ao contato
Habilidade

Descrição: A habilidade de transicionar instantaneamente do estado de patrulha para o combate ativo, garantindo a sobrevivência individual e da equipe em uma situação de surpresa. Ações: - Ao receber fogo ou identificar o inimigo, grite "Contato!" e retorne o fogo imediatamente contra as posições conhecidas ou suspeitas. - Mova-se rapidamente para a cobertura sólida mais próxima sem esperar ordens do líder. - Estabeleça uma base de fogo a partir da sua nova cobertura e passe o relatório 3D (Direção, Distância, Descrição) para o resto do time. - Mantenha contato visual e comunicação com os membros à sua direita e esquerda, aguardando as ordens do líder para a próxima manobra (assaltar, recuar ou flanquear). - Resultado Esperado: A unidade sobrevive à emboscada ou engajamento inicial, suprime a ameaça, não sofre baixas desnecessárias por ficar parada no aberto e cria o espaço necessário para que o líder coordene o contra-ataque.

MD/BG-28 O que é quebrar contato?
Guia

Descrição: Quebrar contato é uma manobra tática estruturada para desengajar de um combate indesejado, desvantajoso ou quando o objetivo da missão não exige a destruição daquela força inimiga. Não é uma fuga desordenada, mas um movimento retrógrado calculado onde o time usa fogo de supressão, terreno e ocultação para se afastar até que o inimigo não possa mais influenciar a unidade. Boas Práticas: - Decisão Rápida: A decisão de quebrar contato deve ser tomada logo no início do engajamento, antes que a unidade fique irremediavelmente presa, sem munição ou cercada pelo inimigo. - Uso de Multiplicadores: Granadas de fumaça (lançadas entre a sua unidade e o inimigo) e fogo de supressão pesado (fuzileiros automáticos e explosivos) são cruciais para cegar, suprimir e atrasar o inimigo durante o seu recuo. - Movimento Coordenado: Nunca vire as costas e corra ao mesmo tempo que o resto do time. Use a técnica de movimentação por cobertura invertida (um cobre, outro recua) ou o Peel (recuo australiano) para garantir proteção constante.

MD/BH-13 Execute quebrar contato
Habilidade

Descrição: A execução disciplinada de um recuo sob fogo, garantindo que a unidade saia da zona de perigo mantendo a integridade e a segurança do perímetro. Ações: - Ao comando de "Quebrar Contato" do líder, o elemento designado como base de fogo intensifica a supressão ao máximo e lança granadas de fumaça para mascarar o movimento. - O elemento de manobra vira as costas e corre o mais rápido possível para a próxima cobertura designada na retaguarda. - Assim que o elemento que recuou estiver em posição segura e abrigada, ele aponta a arma para o inimigo, grita "Cobrindo!" e inicia os disparos. - O elemento que estava suprimindo inicialmente agora cessa o fogo, levanta e recua por trás da proteção do elemento que acabou de se estabelecer, repetindo esse ciclo até o desengajamento total. - Resultado Esperado: A unidade sai da zona de combate com total segurança, cessa a troca de tiros sem ser perseguida, reagrupa-se em um ponto de encontro e retoma a liberdade de ação para continuar a missão.

TÁTICAS DE EMBOSCADA
MD/BG-29 Elementos de uma emboscada
Guia

Uma emboscada bem-sucedida depende da coordenação de três elementos fundamentais. O Elemento de Assalto é responsável por engajar e destruir o alvo na zona de aniquilação (kill zone). O Elemento de Suporte fornece base de fogo, isola a área e suprime reações inimigas, frequentemente utilizando armamento pesado. Por fim, o Elemento de Segurança atua nos flancos e na retaguarda, garantindo alerta antecipado sobre a aproximação do alvo e evitando que a força aliada seja surpreendida por reforços. A iniciação da emboscada deve ser sempre realizada por um sinal claro do líder ou pela detonação de uma arma de grande impacto para maximizar o choque inicial.

MD/BH-14 Conduza uma emboscada linear
Habilidade

Esta habilidade aplica a disposição dos operadores em uma única linha paralela à rota de movimento do inimigo. Ações: - Posicione todos os atiradores em uma linha paralela ao eixo de progressão do alvo. - Defina claramente os limites laterais da zona de aniquilação (kill zone) para evitar incidentes. - Aguarde o alvo entrar completamente na zona delimitada antes de engajar. - Inicie o fogo simultaneamente sob a ordem do líder. - Cesse o fogo apenas quando a ameaça estiver destruída ou sob comando de retraimento. Resultado Esperado: Garante que todo o poder de fogo da unidade seja descarregado simultaneamente no flanco do inimigo, sem risco de fogo cruzado entre os membros da equipe.

MD/BH-15 Conduza uma emboscada em L
Habilidade

Esta habilidade aplica o posicionamento da unidade em formato de "L", atacando o inimigo pela frente e pelo flanco simultaneamente. Ações: - Estabeleça o elemento principal paralelo à rota do inimigo (perna longa do "L"). - Posicione o elemento de suporte perpendicular à rota, bloqueando o avanço do alvo (perna curta do "L"). - Verifique rigorosamente os arcos de fogo para garantir que uma perna não atire na direção da outra. - Inicie o ataque concentrando fogo no ponto de intersecção da zona de aniquilação. - Mantenha a disciplina de fogo estrita nos limites do seu setor designado. Resultado Esperado: Prende o inimigo em um fogo cruzado devastador, dificultando a fuga e a busca por cobertura eficaz, maximizando a letalidade do engajamento.

MD/BH-16 Conduza uma emboscada em veículos
Habilidade

Esta habilidade aplica táticas específicas para engajar e imobilizar um comboio mecanizado ou motorizado. Ações: - Posicione obstáculos físicos ou minas na rota para forçar a parada do comboio na zona de aniquilação. - Engaje primeiramente o veículo da frente para bloquear o avanço, e imediatamente o veículo de trás para impedir o recuo. - Dispare armamento antitanque (AT) nos alvos blindados mais ameaçadores prioritariamente. - Direcione o fogo de infantaria para os elementos desembarcados e para as posições de atiradores dos veículos. - Prepare-se para retrair rapidamente após o engajamento, evitando a aproximação dos destroços. Resultado Esperado: Neutraliza a mobilidade do comboio, isolando os veículos e eliminando a ameaça antes que a força inimiga consiga desembarcar e reagir.

IV - Combate Urbano

V. Funções Específicas de Infantaria

O Metralhador
MD/BG-30 Fundamentos do Metralhador
Guia

O metralhador opera a principal arma de produção de baixas da infantaria. Diferente do fuzileiro focado em disparos de precisão, a função do metralhador é fornecer volume de fogo contínuo (fogo supressivo) para fixar o inimigo, ditando o ritmo do engajamento e permitindo a manobra da equipe. O domínio dessa função exige conhecimento sólido em conceitos como tiro rasante (grazing fire), linhas de proteção final (FPL) e uma rigorosa gestão do aquecimento do cano e consumo de munição.

MD/BH-17 Estabeleça uma base de fogo
Habilidade

Esta habilidade aplica o posicionamento tático da metralhadora para fornecer cobertura eficaz e contínua à manobra da unidade. Ações: - Ocupe uma posição que ofereça cobertura sólida, ocultação e um campo de visão claro sobre o alvo. - Monte o bipé em uma superfície nivelada e estável para mitigar o recuo contínuo da arma. - Defina os limites laterais do seu setor primário e secundário de tiro. - Aguarde a ordem de engajamento do líder para iniciar a supressão sobre a posição inimiga. - Mantenha a arma fixa e operante no setor designado, evitando varreduras amplas e desnecessárias. Resultado Esperado: Garante que o inimigo seja imobilizado por fogo pesado e constante, impedindo reações enquanto os elementos de assalto aliados progridem com segurança.

MD/BH-18 Execute o controle de cadência de tiro
Habilidade

Esta habilidade aplica a gestão técnica dos disparos para manter a supressão constante sem exaurir a munição ou fundir o cano da metralhadora. Ações: - Empregue a cadência sustentada (rajadas curtas a intervalos regulares) durante a maior parte dos engajamentos. - Alterne para a cadência rápida (rajadas mais longas com pausas menores) quando a equipe de assalto aliada estiver vulnerável e precisando de cobertura máxima. - Utilize a cadência cíclica (dedo no gatilho ininterrupto) apenas em emergências críticas ou para repelir assaltos massivos a curta distância. - Monitore a temperatura do cano e informe o líder imediatamente quando a munição estiver baixando. Resultado Esperado: Mantém a metralhadora letal e operante por longos períodos, assegurando pressão ininterrupta sobre o adversário sem sofrer falhas mecânicas por superaquecimento.

MD/BH-19 Empregue metralhadoras em rodízio (Talking Guns)
Habilidade

Esta habilidade aplica o revezamento sincronizado de fogo entre duas ou mais metralhadoras para fornecer supressão contínua sem pausas. Ações: - Estabeleça comunicação clara (visual ou verbal) com a equipe da segunda metralhadora. - Inicie o disparo de uma rajada controlada pela metralhadora primária. - Escute o término da rajada da arma companheira e, imediatamente, dispare a sua rajada com a metralhadora secundária. - Mantenha esse ritmo alternado consistentemente. - Quebre o ciclo apenas para recarregar ou trocar o cano, avisando a outra equipe para que ela cubra a pausa aumentando temporariamente a sua própria cadência. Resultado Esperado: Prende o inimigo sob uma parede de fogo incessante que oblitera a moral e impossibilita qualquer movimentação ou contra-ataque tático.

O LANÇADOR
MD/BG-31 Fundamentos de Lançador
Guia

Os lançadores em geral são operados por Fuzileiros com treinamentos prévios, sendo divididos em 4 categorias: Lançadores Leves são descartáveis, ideais para uso contra veículos leves, infantaria e estruturas (Exemplos: M136, M72A7 — americanos; RPG-26, RShG-2 — russos). Lançadores Médios podem ser recarregados e são mais eficazes para os mesmos usos dos leves e contra blindados médios e pesados, fortificações e grupos de infantaria — especialmente pela variedade de munições. O seu uso costuma ser empregado por até dois militares (Atirador e Carregador) (Exemplos: M3 MAAWS — americano; RPG-7V2 — russo). Lançadores Pesados possuem, em sua maioria, mira térmica e sistema de guiagem automático, com maior peso, alcance e capacidade de penetração em veículos pesados (Exemplos: FGM-148 Javelin — americano; NLAW — britânico; RPG-30, RPG-29 — russos). Lançadores Antiaéreos têm capacidade restrita ao enfrentamento de aeronaves como helicópteros e jatos, sendo considerados "antiaéreas de curto alcance" (Exemplos: FIM-92F Stinger — americano; 9K38 Igla — russo). Para a utilização dos lançadores, é obrigatório o conhecimento das práticas de segurança, incluindo a área de sopro (backblast), que varia conforme o lançador, o ângulo e o local de disparo.

MD/BH-20 Utilize o AT Leve
Habilidade

Esta habilidade aplica o uso rápido de lançadores descartáveis contra veículos e blindados leves. Ações: - Verifique a distância do alvo, considerando que o uso indicado de lançadores descartáveis é de até 450 metros. - Pressione a tecla "R" para desbloquear a mira do AT. - Olhe para trás e para os lados visando evitar dano pelo backblast. - Pergunte se a área de sopro está livre e anuncie o disparo em voz alta. Resultado Esperado: Garante a imobilização e destruição de ameaças blindadas leves sem causar baixas aliadas pelo recuo gasoso do disparo.

MD/BH-21 Utilize o AT Médio
Habilidade

Esta habilidade aplica o procedimento de engajamento utilizando sistemas recarregáveis médios, eficientes contra blindados e fortificações. Ações: - Carregue o lançador. - Verifique a distância exata até o alvo. - Se estiver operando o MK 153 SMAW, pressione "F" e atire a munição MK 217 Spotting para verificar a distância no marcador; em seguida, pressione "F" novamente para selecionar a munição explosiva (HEAA ou HEDP). - Olhe para trás e para os lados visando evitar dano por backblast. - Pergunte se a área de sopro está livre e anuncie o disparo. Resultado Esperado: Garante o uso técnico e letal do armamento de médio porte da unidade, empregando a verificação correta de distância antes do disparo destrutivo.

MD/BH-22 Utilize o AT Pesado
Habilidade

Esta habilidade aplica a aquisição e o engajamento de alvos com assinatura de calor a longo alcance com o FGM-148 Javelin. Ações: - Carregue o AT. - Selecione o modo de disparo, alternando entre TOP (ataque vertical) ou DIR (direto) pressionando Ctrl+TAB. - Entre no retículo do AT e pressione "N" para ligar a mira termal. - Segure a tecla TAB continuamente até que o alvo esteja travado. - Olhe para trás e para os lados visando evitar dano por backblast. - Pergunte se a área de sopro está livre e anuncie o disparo. Resultado Esperado: Entrega precisão absoluta contra ameaças altamente blindadas ou helicópteros em distâncias de até 2000 metros, assegurando a integridade do perímetro ao redor do operador.

MD/BH-23 Utilize o AA
Habilidade

Esta habilidade aplica o engajamento antiaéreo para derrubar helicópteros inimigos operando o FIM-92F Stinger. Ações: - Carregue o lançador. - Aponte para o alvo e pressione TAB para travar no alvo. - Aguarde o sinal sonoro de que o alvo está travado — um apito contínuo. - Olhe para trás e para os lados visando evitar dano por backblast. - Pergunte se a área de sopro está livre e anuncie o disparo. Resultado Esperado: Neutraliza apoio aéreo aproximado e inserções inimigas, mantendo a disciplina de fogo até a confirmação do sistema de mira.

O Granadeiro
MD/BG-32 Fundamentos do Granadeiro
Guia

O granadeiro tem como função principal engajar alvos em zonas mortas (dead space) — áreas que o tiro direto de fuzil não consegue atingir — utilizando a trajetória parabólica de seu armamento. Boas práticas exigem o entendimento profundo das munições disponíveis: High Explosive (HE) para letalidade, Fumaça para ocultação e sinalização, e Iluminação para combate noturno. O granadeiro também deve ser capaz de estimar distâncias visualmente com precisão. O granadeiro frequentemente opera sob direcionamento do Líder de Esquadra de Fogo (FTL), sendo uma peça vital para forçar a saída do inimigo de suas coberturas.

MD/BH-24 Utilize o lançador de granadas acoplado (UGL)
Habilidade

Esta habilidade aplica o engajamento de alvos atrás de coberturas ou agrupados utilizando disparos de trajetória curva. Ações: - Estime a distância até o alvo de forma visual ou utilizando referências do cenário ao redor. - Ajuste a mira de quadrante ou de folha (leaf sight) para a distância estimada. - Anuncie o disparo em voz alta (ex: "Granada!") para alertar a esquadra aliada. - Dispare e observe com atenção o ponto exato de impacto. - Ajuste imediatamente a angulação para corrigir a trajetória nos disparos subsequentes, caso necessário. Resultado Esperado: Garante a neutralização ou supressão imediata de ameaças ocultas em zonas mortas, entregando fogo indireto rápido e letal em apoio à esquadra.

I - Primeiro Socorros - MED1

Introdução ao IFAK
MD/BG-33 Introdução ao IFAK
Guia

O IFAK é um kit médico individual destinado ao autoatendimento e ao atendimento imediato de aliados, permitindo estabilizar uma baixa até a chegada de pessoal médico ou sua evacuação. Todo operador deve conhecer a função de cada item e empregá-lo corretamente. Item Função Quando utilizar Bandagem Elástica Fechamento rápido de ferimentos Ferimentos leves ou moderados quando a rapidez é prioridade. Bandagem Compressiva (Packing) Controle de hemorragias profundas Ferimentos penetrantes ou com sangramento significativo. Bandagem Hemostática (QuickClot) Favorece a coagulação Hemorragias graves quando o atendimento definitivo não estará disponível rapidamente. Torniquete Interrompe temporariamente o fluxo sanguíneo Hemorragias intensas em braços ou pernas. Tala Estabiliza fraturas Após controlar as lesões que representam risco imediato à vida. Selo Torácico Tratamento inicial de lesões torácicas Ferimentos penetrantes no tórax com suspeita de pneumotórax. O emprego correto desses materiais permite controlar as principais causas evitáveis de morte em combate.

MD/BH-25 Medicamentos do IFAK e Princípios de Emprego
Habilidade

Além dos materiais de contenção de trauma, o IFAK dispõe de medicamentos destinados ao suporte imediato da baixa. Item Função Quando utilizar Epinefrina (Autoinjetor) Estimula a atividade cardíaca Ressuscitação cardíaca ou aumento da chance de despertar. Máximo de 6 doses em 2 minutos. Morfina (Autoinjetor) Analgesia potente Dor intensa em pacientes com circulação preservada. Máximo de 4 doses em 30 minutos. Comprimidos para Ferimentos de Combate Analgesia leve Controle de dor leve durante os primeiros socorros. Garrafa de Cafeína Auxilia na recuperação da estamina Máximo de 2 doses a cada 15 minutos. Princípios de Utilização Durante o atendimento, siga sempre a seguinte ordem de prioridades: Controlar hemorragias. Garantir vias aéreas pérvias. Restabelecer ou monitorar a circulação. Tratar fraturas e demais lesões. Administrar medicamentos somente quando houver indicação. O IFAK destina-se à estabilização inicial da baixa, aumentando suas chances de sobrevivência até o atendimento médico avançado.

Cuidando Da Dupla
MD/BG-34 Comunicação da Baixa
Guia

Ao identificar um ferido em combate, o militar deverá comunicar imediatamente o incidente à sua cadeia de comando. A informação transmitida deve ser objetiva e conter, no mínimo: • Quantidade de feridos; • Localização da ocorrência; • Situação geral da área, quando aplicável. O reporte rápido e preciso permite o planejamento e a coordenação da resposta médica, reduzindo o tempo de atendimento ao ferido. Todas as comunicações devem ser realizadas de forma clara, concisa e padronizada, evitando informações desnecessárias que possam comprometer a compreensão da mensagem.

MD/BG-35 Segurança da Área
Guia

A segurança da equipe e do ferido deve ser priorizada em todos os momentos. Antes de iniciar qualquer procedimento médico, a ameaça presente deverá ser neutralizada ou controlada, reduzindo o risco de novas baixas durante o atendimento. Caso a situação tática não permita o tratamento imediato no local, o ferido deverá ser deslocado para uma posição mais segura utilizando os meios disponíveis. Sempre que possível, conduza a baixa para áreas protegidas por cobertura ou ocultação, afastadas da linha direta de fogo inimigo. O atendimento médico somente deverá ser iniciado quando as condições de segurança forem consideradas adequadas para o socorrista e para o ferido.

MD/BG-36 Tratamento de Ferimentos Secundários
Guia

Após o controle das ameaças imediatas à vida, como hemorragias graves e comprometimento das vias aéreas, realize uma avaliação completa dos demais ferimentos apresentados pela baixa. Prioridade de Tratamento Inicie o atendimento pelos ferimentos não tratados localizados na cabeça e no tórax. • Aplique bandagens adequadamente em todas as lesões identificadas nessas regiões. • Ferimentos na cabeça e no tórax exigem atenção prioritária, pois podem evoluir rapidamente para condições críticas. • Torniquetes não podem ser utilizados nessas áreas, tornando o controle adequado do sangramento ainda mais importante. Após estabilizar essas regiões, prossiga para os membros. • Trate inicialmente os ferimentos de menor gravidade. • A organização do tratamento facilita a estabilização da baixa e auxilia a equipe médica que assumirá o atendimento posteriormente. • Certifique-se de que todas as lesões identificadas tenham recebido o tratamento adequado. Imobilização Após concluir o tratamento dos ferimentos, verifique a existência de fraturas ou lesões ósseas. • Membros fraturados devem ser imobilizados utilizando talas apropriadas. • A imobilização reduz o risco de agravamento da lesão durante movimentações e evacuações. • Sempre que possível, realize a imobilização antes do transporte da baixa. O tratamento completo dos ferimentos secundários contribui para a estabilização do paciente e aumenta a eficácia do atendimento médico subsequente.

MD/BH-26 Prestação de Primeiros Socorros a Paciente Inconsciente
Habilidade

Ao prestar atendimento a uma baixa inconsciente, siga os procedimentos abaixo na ordem estabelecida. 1. Controle Imediato de Hemorragias A prioridade inicial é reduzir a perda de sangue o mais rápido possível. • Controle hemorragias graves em até 30 segundos. • Caso haja dúvidas sobre a gravidade de um ferimento em um membro, aplique um torniquete preventivamente. • Utilize torniquetes em membros lesionados e bandagens quando apropriado. • O objetivo é estabilizar a baixa antes que a perda de sangue comprometa suas funções vitais. 2. Gerenciamento das Vias Aéreas Após o controle das hemorragias, verifique as condições das vias aéreas. • Avalie se a passagem de ar está livre. • Corrija obstruções através do reposicionamento adequado da cabeça. • Mantenha as vias aéreas desobstruídas durante todo o atendimento. A manutenção da respiração é fundamental para a sobrevivência da baixa. 3. Tratamento Complementar Após estabilizar as condições críticas, prossiga com os demais procedimentos médicos necessários. • Trate ferimentos adicionais identificados durante a avaliação. • Aplique bandagens nos ferimentos remanescentes. • Imobilize membros fraturados, quando necessário. • Monitore continuamente o estado geral da baixa. O atendimento deverá prosseguir até que a baixa recupere a consciência ou seja transferida para uma equipe médica qualificada.

Cuidando das vias areas
MD/BG-37 Compreendendo as Vias Aéreas
Guia

As vias aéreas são responsáveis por permitir a passagem de ar para os pulmões. Quando uma baixa perde a consciência, sua capacidade de manter as vias aéreas desobstruídas pode ser comprometida, colocando sua vida em risco. Durante qualquer atendimento médico, a condição das vias aéreas deve ser verificada imediatamente. Obstrução das Vias Aéreas Uma via aérea pode tornar-se bloqueada ou ocluída por diversos fatores relacionados ao estado da baixa. • Toda baixa inconsciente deve ter suas vias aéreas avaliadas. • Vias aéreas bloqueadas impedem a oxigenação adequada do organismo. • A falta de intervenção pode resultar na deterioração rápida do quadro clínico e, eventualmente, no óbito da baixa. Desobstrução das Vias Aéreas Quando identificada uma obstrução, medidas corretivas devem ser realizadas imediatamente. Os métodos básicos incluem: • Rotação da cabeça para uma posição adequada; • Hiperextensão da cabeça para restabelecer a passagem de ar; • Utilização de equipamentos médicos avançados, quando disponíveis e autorizados. Após a desobstrução, confirme que a passagem de ar permanece livre antes de prosseguir com outros tratamentos. Posição de Recuperação Uma vez que as vias aéreas estejam livres e a baixa apresente respiração adequada, ela poderá ser colocada na posição de recuperação. A posição de recuperação auxilia na manutenção das vias aéreas desobstruídas e reduz o risco de novas obstruções enquanto a baixa aguarda evacuação ou atendimento médico avançado. O monitoramento contínuo das vias aéreas deve ser mantido durante todo o período de atendimento.

MD/BH-27 Avaliação das Vias Aéreas
Habilidade

Antes de realizar qualquer intervenção, o socorrista deverá avaliar a condição das vias aéreas da baixa utilizando a ação "Verificar Vias Aéreas". Após a avaliação, a condição da via aérea será classificada em uma das seguintes categorias: Livre (Clear) A passagem de ar encontra-se desobstruída e funcional. • Nenhuma intervenção imediata é necessária. • Continue monitorando a condição da baixa durante o atendimento. Ocluída (Occluded) A passagem de ar encontra-se parcialmente comprometida. • A baixa requer intervenção para restabelecer uma ventilação adequada. • O procedimento recomendado é o reposicionamento da cabeça. Obstruída (Obstructed) A passagem de ar encontra-se severamente comprometida ou bloqueada. • A intervenção deve ser realizada imediatamente. • O procedimento recomendado é a hiperextensão da cabeça ou o uso de equipamentos médicos apropriados. A avaliação das vias aéreas deve ser repetida periodicamente durante todo o atendimento para garantir que a condição da baixa permaneça estável.

MD/BH-28 Rotação da Cabeça para Correção de Via Aérea Ocluída
Habilidade

Quando uma via aérea for identificada como ocluída, o socorrista deverá reposicionar a cabeça da baixa para restabelecer a passagem de ar. Procedimento • Acesse as opções de tratamento médico. • Execute a ação de rotação da cabeça. • Reavalie as vias aéreas após a conclusão do procedimento. Este método deve ser utilizado sempre que uma via aérea ocluída for identificada e não houver equipamentos médicos avançados disponíveis para correção da condição. Após a desobstrução, continue monitorando a condição respiratória da baixa.

MD/BH-29 Hiperextensão da Cabeça para Correção de Via Aérea Obstruída
Habilidade

Quando uma via aérea for identificada como obstruída, o socorrista deverá realizar a hiperextensão da cabeça para restabelecer a passagem de ar. Procedimento • Acesse as opções de tratamento médico. • Execute a ação de hiperextensão da cabeça. • Permaneça a uma distância máxima de 2 metros da baixa durante todo o procedimento. • Após a conclusão, realize nova avaliação das vias aéreas. A hiperextensão da cabeça é um procedimento essencial para restabelecer rapidamente a ventilação em baixas inconscientes com obstrução respiratória. Posição de Recuperação Após a correção da obstrução, a baixa poderá ser colocada em posição de recuperação quando: • Estiver estável; • Não houver necessidade imediata de movimentação; • As vias aéreas permanecerem livres. A posição de recuperação auxilia na manutenção das vias aéreas desobstruídas enquanto a baixa aguarda evacuação ou atendimento avançado.

Cuidando da dor
MD/BG-38 Compreendendo a Dor
Guia

A dor é uma resposta fisiológica comum em baixas que sofreram ferimentos ou permaneceram por períodos prolongados com torniquetes aplicados. Níveis elevados de dor podem comprometer significativamente o desempenho operacional do militar. Efeitos da Dor A dor intensa pode provocar: • Redução da estabilidade da arma; • Diminuição da resistência física; • Alterações visuais; • Gemidos ou vocalizações involuntárias; • Redução da capacidade de combate e movimentação. Por esse motivo, o controle adequado da dor deve fazer parte do atendimento inicial à baixa. Controle da Dor Medicamentos para ferimentos de combate podem ser administrados durante os primeiros socorros para reduzir o desconforto da baixa. Em situações que exijam maior controle da dor, profissionais habilitados poderão empregar medicamentos avançados, como morfina ou fentanil, conforme os protocolos médicos da unidade. O controle adequado da dor contribui para a estabilização do paciente e melhora sua capacidade de responder aos procedimentos médicos subsequentes.

MD/BH-30 Administração de Medicamento para Dor em Combate
Habilidade

O medicamento para ferimentos de combate pode ser administrado para reduzir os níveis de dor apresentados pela baixa. Procedimento • Administrar ou ingerir o medicamento conforme necessário. • O medicamento proporciona uma redução moderada da dor, auxiliando na estabilização inicial do paciente. • Reavaliar continuamente a condição da baixa após a administração. Limites de Administração Para evitar complicações decorrentes de superdosagem: • Não administrar mais de 6 comprimidos em um período de 6 minutos. • Respeitar os intervalos de administração estabelecidos pelos protocolos médicos da unidade. Efeitos Colaterais Após a administração do medicamento, podem ocorrer os seguintes efeitos: • Leve aumento da frequência cardíaca; • Redução da pressão arterial. Esses efeitos normalmente são controláveis, mas devem ser considerados durante o monitoramento da baixa. O estado clínico do paciente deve ser observado continuamente após a administração de qualquer medicamento.

Cuidando da frequencia cardiaca
MD/BG-39 Compreendendo a Frequência Cardíaca
Guia

A frequência cardíaca pode ser avaliada através da verificação do pulso em qualquer membro que não possua um torniquete aplicado. O resultado apresentado dependerá da qualificação do militar que realiza a avaliação. Classificações Possíveis • Sem frequência cardíaca (0 bpm); • Frequência cardíaca baixa (1–60 bpm); • Frequência cardíaca normal (60–100 bpm); • Frequência cardíaca elevada (acima de 100 bpm). Considerações • A ausência de frequência cardíaca exige intervenção imediata. • Frequências baixas ou elevadas devem ser monitoradas continuamente. • Alguns medicamentos podem alterar a frequência cardíaca da baixa. • A avaliação do pulso deve sempre fazer parte do monitoramento contínuo do paciente.

MD/BH-31 Realização de RCP em Baixa sem Frequência Cardíaca
Habilidade

Após identificar uma baixa sem frequência cardíaca, inicie imediatamente os procedimentos de reanimação cardiopulmonar (RCP). Procedimento • Confirme a ausência de pulso em um membro sem torniquete. • Inicie a RCP. • Mantenha o procedimento por pelo menos 2 minutos. • Pessoal médico poderá realizar nova avaliação após 30 segundos. • Verifique novamente o pulso após o término da RCP. • Caso não haja frequência cardíaca detectável, repita o procedimento. Importante • Não verifique o pulso em membros com torniquetes aplicados. • Não verifique o pulso enquanto outro militar estiver realizando RCP. • Ambas as situações podem gerar leituras incorretas. O procedimento deverá ser repetido até que a baixa apresente frequência cardíaca detectável ou seja assumida por pessoal médico qualificado.

Cuidando de ferimentos
MD/BG-40 Seleção e Aplicação de Bandagens
Guia

A escolha correta da bandagem é essencial para controlar hemorragias e estabilizar a baixa com eficiência. Bandagem Elástica Indicada quando a rapidez no atendimento é prioridade. Características: • Aplicação rápida; • Eficiente para diversos tipos de ferimentos; • Menor durabilidade quando comparada às demais. Bandagem Compressiva (Packing) Indicada para atendimento em ambiente de combate. Características: • Excelente controle inicial de hemorragias; • Desenvolvida para conter sangramentos rapidamente. Bandagem Hemostática (QuickClot) Indicada quando o atendimento definitivo não estará disponível em curto prazo. Características: • Favorece a coagulação do sangue; • Auxilia no controle prolongado da hemorragia. Curativo de Campo Bandagem de uso geral para primeiros socorros. Características: • Versátil; • Fácil aplicação; • Alternativa quando outras bandagens não estiverem disponíveis. Considerações A escolha da bandagem deverá considerar: • Tipo de ferimento; • Intensidade do sangramento; • Situação tática; • Recursos disponíveis. Sempre que possível, utilize a bandagem mais adequada para reduzir a perda sanguínea e aumentar a eficácia do tratamento.

MD/BH-32 Aplicação de Torniquetes
Habilidade

O torniquete é utilizado para interromper temporariamente o fluxo sanguíneo em membros com hemorragia intensa. Indicações Utilize um torniquete quando: • Houver sangramento grave em um membro; • Existirem múltiplos ferimentos no mesmo membro; • O tempo necessário para aplicar bandagens representar risco elevado de perda sanguínea; • A situação tática exigir controle imediato da hemorragia. Considerações • O torniquete controla temporariamente todos os sangramentos do membro afetado. • Após estabilizar a baixa, substitua o torniquete pelo tratamento definitivo sempre que possível. • Não aplique torniquetes na cabeça ou no tórax.

MD/BH-33 Priorização do Tratamento de Ferimentos
Habilidade

O tratamento deve seguir a gravidade dos ferimentos e a velocidade da perda sanguínea. Ordem de Prioridade • Hemorragias intensas; • Hemorragias moderadas; • Hemorragias leves; • Ferimentos sem sangramento; • Fraturas. Procedimento • Identifique os ferimentos mais graves. • Controle primeiro os sangramentos com maior risco à vida. • Utilize a bandagem mais adequada para cada lesão. • Após estabilizar os ferimentos críticos, trate as lesões restantes. O objetivo é reduzir a perda total de sangue no menor tempo possível.

MD/BH-34 Aplicação de Talas
Habilidade

As talas são utilizadas para estabilizar membros fraturados até que a baixa receba tratamento definitivo. Procedimento • Identifique o membro fraturado. • Aplique a tala no membro lesionado. • Reavalie a condição da baixa após a estabilização. Considerações • As fraturas não representam prioridade imediata quando comparadas às hemorragias ou comprometimento das vias aéreas. • Sempre estabilize primeiro as condições que ameaçam a vida. • Após a estabilização, aplique talas para reduzir a dor e restaurar parcialmente a funcionalidade do membro. A tala é um tratamento temporário e não substitui o atendimento médico definitivo.

II - Fundamentos Médicos - MED2

Fundamentos Basicos - MED2
MD/BG-41 Entendendo Sinais Vitais
Guia

MD/BH-35 Identificação da Categoria de Triagem
Habilidade

## CAT-1 — IMEDIATO (vermelho) Classifique a baixa como **CAT-1 (IMEDIATO)** quando apresentar uma ou mais das seguintes condições: • Hemorragia ativa; • Grande perda sanguínea; • Perda sanguínea crítica ou potencialmente fatal; • Vias aéreas bloqueadas; • Ausência de frequência cardíaca; Pacientes CAT-1 exigem atendimento imediato para aumentar suas chances de sobrevivência. ## CAT-2 — RETARDADO (amarelo) Classifique a baixa como **CAT-2 (RETARDADO)** quando: • Estiver inconsciente; • Não apresentar hemorragia ativa; • Tiver sofrido perda moderada ou significativa de sangue; • Possuir vias aéreas desobstruídas; • Apresentar frequência cardíaca detectável. Pacientes CAT-2 necessitam de atendimento prioritário, porém não possuem risco imediato de morte. ## CAT-3 — MÍNIMO (verde) Classifique a baixa como **CAT-3 (MÍNIMO)** quando: • Estiver consciente; • Necessitar de atendimento médico; • Não apresentar risco imediato à vida. Pacientes CAT-3 podem aguardar atendimento enquanto casos mais graves são tratados. ## CAT-4 — ÓBITO (preto) Classifique a baixa como **CAT-4 (ÓBITO)** quando: • Estiver morta; Pacientes CAT-4 não devem consumir recursos médicos destinados às demais categorias durante eventos com múltiplas baixas.

MD/BH-36 Priorização de Baixas Durante a Triagem
Habilidade

Após a classificação das baixas, o atendimento deverá seguir a seguinte ordem de prioridade: ## Ordem de Prioridade 1. CAT-1 — IMEDIATO 2. CAT-2 — RETARDADO 3. CAT-3 — MÍNIMO Baixas classificadas como CAT-4 não integram a fila de atendimento. ## Prioridade Dentro da Mesma Categoria Quando houver múltiplas baixas pertencentes à mesma categoria de triagem, a prioridade deverá seguir a seguinte ordem: • Profissionais médicos; • Elementos de comando e liderança; • Multiplicadores de força e especialistas operacionais; • Demais militares. ## Considerações Operacionais A triagem tem como objetivo maximizar a sobrevivência do maior número possível de baixas utilizando os recursos médicos disponíveis. A classificação deverá ser reavaliada sempre que ocorrer alteração significativa na condição clínica do paciente.

Cuidando das vias aéreas - MED2
MD/BG-42 Guia Rápido de Gerenciamento de Vias Aéreas
Guia

## Fluxo de Atendimento ### 1. Avaliar as Vias Aéreas Utilize **Verificar Vias Aéreas** e identifique uma das seguintes condições: • Livre (Clear) • Ocluída (Occluded) • Obstruída (Obstructed) --- ### 2. Corrigir Problemas Identificados #### Via Aérea Livre • Nenhuma intervenção imediata necessária. • Continue monitorando a baixa. #### Via Aérea Ocluída • Realize a rotação da cabeça. • Reavalie as vias aéreas. #### Via Aérea Obstruída • Realize a hiperextensão da cabeça. • Reavalie as vias aéreas. ---

MD/BH-37 Colocação da Baixa em Posição de Recuperação
Habilidade

A posição de recuperação deve ser utilizada para auxiliar na manutenção das vias aéreas desobstruídas após sua estabilização. ## Condições para Utilização A baixa poderá ser colocada em posição de recuperação quando: • Apresentar condição estável; • Possuir vias aéreas desobstruídas; • Não necessitar de movimentação imediata. ## Objetivo • Manter as vias aéreas livres; • Reduzir o risco de nova obstrução; • Facilitar o monitoramento da baixa durante a espera por evacuação ou atendimento avançado. A condição da baixa deverá continuar sendo monitorada após o posicionamento.

MD/BH-38 Utilização do King LT ou Tubo Laringeo
Habilidade

O King LT ou tubo laringeo é um dispositivo avançado de vias aéreas utilizado para manter a passagem de ar após a correção de uma obstrução. ## Condições para Utilização • As vias aéreas devem estar previamente desobstruídas. • O dispositivo deve ser empregado por pessoal habilitado conforme os protocolos da unidade. ## Objetivo • Manter as vias aéreas pérvias; • Reduzir o risco de nova obstrução; • Garantir ventilação adequada durante o atendimento e evacuação da baixa. Após a instalação do dispositivo, a condição respiratória deverá ser monitorada continuamente.

MD/BH-39 Utilização do Oxímetro de Pulso
Habilidade

O oxímetro de pulso é utilizado para monitorar os níveis de oxigênio no sangue da baixa. ## Procedimento • Conecte o oxímetro de pulso ao paciente. • Observe os valores apresentados pelo equipamento. • Realize monitoramento periódico durante o atendimento. ## Interpretação • Níveis adequados de oxigenação indicam respiração eficaz. • Níveis reduzidos de oxigenação podem indicar comprometimento respiratório. • Quedas persistentes nos níveis de oxigênio exigem nova avaliação das vias aéreas e da respiração da baixa. ## Objetivo • Confirmar a eficácia da respiração; • Auxiliar na identificação precoce de problemas respiratórios; • Apoiar a tomada de decisão durante o atendimento médico.

MD/BG-43 Guia de Lesões Torácicas
Guia

Lesões torácicas comprometem a capacidade respiratória da baixa e podem causar redução progressiva da saturação de oxigênio (SpO₂). • Apresentar queda progressiva da SpO₂; • Tossir periodicamente; • Apresentar cianose; • Possuir ferimentos penetrantes no tórax; • Apresentar alterações durante a auscultação pulmonar. Considerações • Mais de uma lesão torácica pode estar presente simultaneamente. • Um pneumotórax não tratado pode evoluir para pneumotórax hipertensivo. • Pacientes inconscientes sofrem perda de oxigenação mais rapidamente. • O tratamento precoce aumenta significativamente as chances de sobrevivência.

MD/BH-40 Pneumotórax (PTX)
Habilidade

Pneumotórax (PTX) Ocorre quando ar fica preso na cavidade torácica, comprometendo a expansão pulmonar. Indicadores: • Respiração enfraquecida; • Movimentos torácicos desiguais; • Queda gradual da SpO₂. Tratamento: • Aplicar Selo Torácico; • Reavaliar a baixa; • Auscultar novamente se necessário. Monitoramento Após qualquer intervenção: • Monitorar SpO₂; • Monitorar frequência cardíaca; • Monitorar estado de consciência; • Reavaliar a respiração periodicamente.

MD/BH-41 Pneumotórax Hipertensivo (PTXH)
Habilidade

Pneumotórax Hipertensivo (PTXH) Forma avançada e potencialmente fatal do pneumotórax. Indicadores: • Sons respiratórios curtos; • Ausência ou grave comprometimento respiratório; • Queda severa da SpO₂; • Inconsciência. Tratamento: • Aplicar Selo Torácico; • Realizar Descompressão com Agulha; • Monitorar sinais vitais continuamente. Monitoramento Após qualquer intervenção: • Monitorar SpO₂; • Monitorar frequência cardíaca; • Monitorar estado de consciência; • Reavaliar a respiração periodicamente. https://drive.google.com/file/d/1YLl3TsBtLt608Pdnk_dLyDsJuWnN4sjF/view

MD/BH-42 Hemotórax (HTX)
Habilidade

Hemotórax (HTX) Ocorre quando há acúmulo de sangue na cavidade torácica. Indicadores: • Sons pulmonares crepitantes; • Redução da SpO₂; • Hemorragia interna; • Dificuldade respiratória. Tratamento: • Aplicar Selo Torácico; • Realizar Drenagem de Fluidos; • Monitorar volume sanguíneo e sinais vitais. Monitoramento Após qualquer intervenção: • Monitorar SpO₂; • Monitorar frequência cardíaca; • Monitorar estado de consciência; • Reavaliar a respiração periodicamente. https://drive.google.com/file/d/1MCcHyCwUmwRhryI3KEWrSS4vOoFk2bjI/view

Controle de Dor - MED2
MD/BG-44 Guia Rápido de Controle da Dor
Guia

### Dor Leve a Moderada • Utilizar Medicamento Inalador Penthox. • Máximo: 4 Inalador a cada 6 minutos. ### Dor Intensa • Utilizar Morfina. • Máximo: 4 doses a cada 30 minutos. ### Monitoramento Após qualquer administração: • Verificar frequência cardíaca; • Verificar pressão arterial; • Reavaliar o nível de dor; • Monitorar o estado geral da baixa. ### Prioridade Controlar Hemorragia → Garantir Vias Aéreas → Restabelecer Circulação → Controlar Dor

MD/BH-43 Administração de Inalador de Penthrox
Habilidade

O Inalador de Penthrox pode ser utilizado para reduzir níveis moderados de dor durante os primeiros socorros. ## Procedimento • Administrar Inalador de Penthrox ou realizar auto-administração. • Monitorar a resposta ao tratamento. • Reavaliar o nível de dor periodicamente. ## Limites de Administração Para evitar superdosagem: • Não administrar mais de 4 inalador Penthrox em um período de 6 minutos. ## Efeitos Colaterais Após a administração, podem ocorrer: • Leve aumento da pressão arterial; • Redução de frequência cardíaca. A condição da baixa deverá ser monitorada após cada administração.

MD/BH-44 Administração de Morfina
Habilidade

A morfina é um analgésico potente utilizado para o controle de dores intensas durante o atendimento médico. ## Procedimento • Administrar morfina à baixa quando indicado. • Monitorar continuamente a resposta ao medicamento. • Reavaliar a condição clínica após a administração. ## Limites de Administração Para evitar superdosagem: • Não administrar mais de 4 doses em um período de 30 minutos. ## Efeitos Colaterais Após a administração, podem ocorrer: • Redução da frequência cardíaca; • Redução da pressão arterial. O uso da morfina exige monitoramento contínuo dos sinais vitais da baixa, especialmente da circulação e do estado de consciência.

Controle de Fluidos - MED2
MD/BG-45 Volume Sanguíneo e Seus Efeitos
Guia

O sistema médico considera saudável possuir aproximadamente **6 litros de sangue**. A quantidade de sangue perdida pode ser consultada através do menu médico e influencia diretamente a capacidade de sobrevivência da baixa. ## Perdeu Pouco Sangue A baixa perdeu até **0,9 litros** de sangue. • Os efeitos da perda sanguínea são limitados; • Normalmente não há comprometimento significativo das funções vitais; • O monitoramento deve ser mantido. ## Perdeu Muito Sangue A baixa perdeu entre **1,0 e 1,8 litros** de sangue. • O risco de complicações aumenta consideravelmente; • Caso fique inconsciente, a recuperação espontânea pode ser dificultada; • A perda sanguínea deve ser corrigida o mais rápido possível. ## Perdeu Grande Quantidade de Sangue A baixa perdeu entre **1,9 e 2,4 litros** de sangue. • É improvável que permaneça consciente; • Não recuperará a consciência até que o volume sanguíneo seja restaurado; • Em caso de parada cardiorrespiratória, a ressuscitação torna-se extremamente difícil. ## Perdeu Quantidade Fatal de Sangue A baixa perdeu mais de **2,4 litros** de sangue. • Existe elevado risco de parada cardiorrespiratória; • A ressuscitação não será eficaz até que parte do volume sanguíneo seja restaurada; • A reposição sanguínea torna-se prioridade imediata. ## Considerações A reposição de sangue ou fluidos não substitui o controle de hemorragias. Antes de restaurar o volume sanguíneo, o socorrista deve garantir que os sangramentos ativos tenham sido controlados.

MD/BH-45 Administração de Sangue por Bolsa Intravenosa (IV)
Habilidade

As bolsas intravenosas são utilizadas para restaurar o volume sanguíneo de uma baixa que sofreu perda significativa de sangue. ## Procedimento • Conecte a bolsa intravenosa a um membro apropriado da baixa. • Certifique-se de que o acesso escolhido permita a administração correta do fluido. • Monitore continuamente a resposta da baixa durante o procedimento. ## Restrições • Não conecte a bolsa intravenosa em membros com torniquete aplicado. • Torniquetes impedem a circulação adequada do fluido administrado. ## Cuidados • Administre apenas a quantidade necessária para estabilizar a baixa. • O excesso de fluidos pode provocar elevação excessiva da pressão arterial. • Continue monitorando sinais vitais e volume sanguíneo durante o tratamento. A reposição sanguínea deve ser realizada apenas após o controle das hemorragias ativas.

MD/BH-46 Administração de Fluidos e Medicamentos por Agulha Intraóssea (IO)
Habilidade

A agulha intraóssea (IO) permite a administração de sangue, fluidos e medicamentos quando o acesso intravenoso convencional não está disponível ou não pode ser utilizado. ## Procedimento • Insira a agulha IO conforme os protocolos médicos da unidade. • Utilize o acesso para administração de fluidos, sangue ou medicamentos. • Monitore continuamente a condição da baixa. ## Indicações • Impossibilidade de acesso intravenoso convencional; • Necessidade de administração rápida de medicamentos ou fluidos; • Situações de emergência médica. ## Considerações • O procedimento pode causar dor à baixa. • A utilização da agulha IO não elimina a necessidade de monitoramento contínuo. • O acesso deve ser utilizado apenas enquanto necessário para o tratamento. A administração por via intraóssea é uma alternativa eficiente quando outros métodos de acesso não estão disponíveis.

Controle Cardiaco - MED2
MD/BG-46 Ritmos do Coração
Guia

Durante uma parada cardiorrespiratória, a baixa pode apresentar diferentes ritmos cardíacos. A identificação correta do ritmo é essencial para determinar o tratamento adequado. Ritmo Normal Características: • Possui pulso detectável; • Frequência cardíaca dentro dos parâmetros normais; • Não requer intervenção específica.

MD/BG-47 Taquicardia Ventricular (VT)
Guia

Características: • Ausência de pulso; • Frequência cardíaca superior a 120 bpm; • Pode evoluir rapidamente para parada cardiorrespiratória. Tratamento: • Epinefrina; • Amiodarona; • Lidocaína; • RCP; • Desfibrilação com AED(-X). Favor notar que os medicamentos apresentados não são requeridos para um tratamento bem sucedido, mas aumentarão a sua eficiência.

MD/BG-48 Fibrilação Ventricular (VF)
Guia

Características: • Ausência de pulso; • Ritmo cardíaco desorganizado e instável; • Considerada uma emergência médica crítica. Tratamento: • Epinefrina; • Amiodarona; • RCP; • Desfibrilação com AED(-X). Favor notar que os medicamentos apresentados não são requeridos para um tratamento bem sucedido, mas aumentarão a sua eficiência.

MD/BG-49 Atividade Elétrica sem Pulso (PEA)
Guia

Características: • Ausência de pulso; • Atividade elétrica presente; • Frequência cardíaca semelhante a um ritmo normal. Tratamento: • Epinefrina; • RCP. A desfibrilação não é indicada para este ritmo. Favor notar que os medicamentos apresentados não são requeridos para um tratamento bem sucedido, mas aumentarão a sua eficiência.

MD/BG-50 Assistolia
Guia

Características: • Ausência total de atividade cardíaca; • Frequência cardíaca de 0 bpm; • Ausência de pulso. Tratamento: • Epinefrina; • RCP. A desfibrilação não é indicada para este ritmo. A identificação correta do ritmo cardíaco é fundamental para o sucesso da ressuscitação.

MD/BH-47 Protocolo Recomendado para Ressuscitação com AED
Habilidade

Quando um paciente apresentar ausência de pulso, recomenda-se seguir o seguinte procedimento de ressuscitação. ## Avaliação Inicial • Confirmar ausência de pulso. • Posicionar os eletrodos do AED. • Executar a análise do ritmo cardíaco. ## Quando o Choque For Recomendado Repita o ciclo até que um pulso contínuo seja detectado: • Administrar Epinefrina; • Aplicar choque com o AED; ## Quando o Choque Não For Recomendado • Administrar Epinefrina; • Realizar RCP por 30 segundos; • Reavaliar o ritmo cardíaco. ## Encerramento do Procedimento O protocolo deverá ser interrompido somente quando: • Um pulso contínuo for restabelecido; • O tratamento deixar de ser indicado pelos protocolos médicos vigentes. O monitoramento da baixa deverá continuar mesmo após o retorno da circulação.

MD/BH-48 Administração de Epinefrina para Controle do Ritmo Cardíaco
Habilidade

A epinefrina é utilizada para auxiliar procedimentos de ressuscitação e estabilização cardiovascular. ## Indicações Administrar epinefrina para: • Aumentar a frequência cardíaca; • Elevar a pressão arterial; • Auxiliar procedimentos de RCP; • Auxiliar protocolos de ressuscitação com AED. ## Limites de Administração Para evitar superdosagem: • Não administrar mais de 6 doses em um período de 2 minutos. ## Considerações A epinefrina deve ser utilizada em conjunto com os protocolos de ressuscitação adotados pela unidade. O paciente deverá permanecer sob monitoramento contínuo após sua administração.

MD/BH-49 Administração de Carbonato de Amônio
Habilidade

O carbonato de amônio pode ser utilizado para aumentar as chances de recuperação da consciência em pacientes estáveis. ## Indicações Administrar carbonato de amônio para: • Aumentar a probabilidade de despertar da baixa; • Auxiliar a recuperação da consciência após estabilização clínica. ## Limites de Administração Para evitar superdosagem: • Não administrar mais de uma dose a cada 30 segundos. ## Efeitos Colaterais Após a administração, pode ocorrer: • Aumento da frequência cardíaca. O paciente deverá permanecer sob observação após a administração do medicamento.

MD/BH-50 Administração de Epinefrina para Recuperação da Consciência
Habilidade

A epinefrina pode ser utilizada para aumentar as chances de despertar de uma baixa estável. ## Indicações Administrar epinefrina para: • Aumentar as chances de recuperação da consciência; • Auxiliar a estabilização fisiológica da baixa. ## Limites de Administração Para evitar superdosagem: • Não administrar mais de 6 doses em um período de 2 minutos. ## Efeitos Colaterais Após a administração, podem ocorrer: • Aumento da frequência cardíaca; • Aumento da pressão arterial. ## Considerações Este procedimento destina-se ao aumento das chances de despertar da baixa. Para utilização da epinefrina durante ressuscitação cardíaca, consulte o procedimento FM/BS-220.

MD/BH-51 Monitoramento da Frequência Cardíaca com Oxímetro de Pulso
Habilidade

O oxímetro de pulso pode ser utilizado para monitorar continuamente a frequência cardíaca da baixa. ## Procedimento • Conecte o oxímetro de pulso ao paciente. • Observe os valores apresentados pelo equipamento. • Mantenha monitoramento periódico durante o atendimento. ## Objetivo • Acompanhar alterações da frequência cardíaca; • Auxiliar a identificação de deterioração clínica; • Apoiar a tomada de decisão durante o tratamento. ## Considerações O oxímetro é uma ferramenta complementar de monitoramento e não substitui a avaliação clínica da baixa nem a verificação manual do pulso quando necessária.

I - Cavalaria Atlas

INTRODUÇÃO
MD/BG-51 O que é cavalaria
Guia

A cavalaria é uma das armas mais importantes no contexto militar, sendo empregada de diferentes formas conforme a necessidade operacional, o terreno, a ameaça e os meios disponíveis. Mesmo na era moderna, marcada pelo amplo uso de drones, sensores e sistemas de vigilância, a cavalaria continua tendo papel indispensável no campo de batalha. Seu emprego não deixou de existir; pelo contrário, foi adaptado e aprimorado ao longo dos anos, incorporando novas tecnologias e métodos de atuação. No Arma 3, o emprego da cavalaria também possui grande importância, especialmente em missões que buscam explorar o conceito de armas combinadas. Seu uso permite integrar blindados, aeronaves, elementos de reconhecimento e, principalmente, a infantaria, ampliando as possibilidades táticas e dando maior profundidade às operações. Entretanto, organizar esse tipo de emprego dentro de um grupo que busca simulação, mas também valoriza a praticidade e a diversão, é um desafio. É necessário encontrar um equilíbrio entre realismo, eficiência operacional e jogabilidade, evitando tanto a simplificação excessiva quanto a complexidade desnecessária.

MD/BP-18 Blindado
Política

É o termo para um único elemento de cavalaria, composto por até três tripulantes, motorista, artilheiro e comandante, podendo ser mais ou menos de acordo com o veiculo mas com o mínimo sendo dois tripulantes. Normalmente é comandado por um CAV 3 ou a depender CAV 2

MD/BP-19 Seção
Política

É composto por dois elementos blindados, que podem ser utilizados de forma conjunta ou separada dentro da Operação, podendo ser uma subunidade dentro de um Pelotão de cavalaria Sendo Normalmente comandado por um CAV 4 ou CAV 3.

MD/BP-20 Pelotão
Política

É composto por quatro ou três blindados sendo a maior composição blindada dentro da Atlas, que operam em forma conjunta ou em dupla. Normalmente comandado por um CAV 4

DOUTRINA
MD/BP-21 Modos de emprego
Política

Neste tópico, serão apresentadas duas das principais funções de emprego da cavalaria dentro das operações: meio de transporte e suporte de fogo, essas duas funções formam a base estrutural do emprego da cavalaria em campo, influenciando diretamente o planejamento, a movimentação e o modo de atuação da força. Dependendo do tipo de veículo utilizado, da composição da tropa e do contexto da missão, a cavalaria poderá atuar em uma dessas funções de forma isolada ou combinar ambas durante a mesma operação. O emprego como meio de transporte está relacionado à capacidade de deslocar tropas com rapidez, segurança e eficiência, permitindo maior mobilidade no campo de batalha. Já o emprego como suporte de fogo está ligado à capacidade de fornecer poder de combate direto, suprimir ameaças, proteger a infantaria e apoiar o avanço ou a retirada das tropas amigas.

MD/BG-52 Emprego como plataforma de transporte
Guia

Esse tipo de emprego é o mais comum dentro das operações, tendo como principal função o transporte da infantaria de um ponto a outro com rapidez, segurança e eficiência. Nesse contexto, a cavalaria atua como elemento de mobilidade, permitindo que a tropa alcance áreas de interesse, posições de ataque, zonas de desembarque ou pontos de extração com maior velocidade e proteção. Além da função principal de transporte, esses veículos também podem assumir funções secundárias conforme a necessidade da missão, como suporte de fogo limitado, evacuação médica, ressuprimento, extração de tropas, escolta de comboios e apoio à retirada, os veículos mais utilizados para esse tipo de emprego são os APCs — Armored Personnel Carriers, ou Veículos Blindados de Transporte de Pessoal. Essa classe de veículo tem como característica principal a capacidade de transportar tropas protegidas dentro do campo de batalha. Normalmente, os APCs possuem boa mobilidade, proteção contra armas leves e, em alguns casos, resistência contra disparos de calibre até .50, dependendo do modelo utilizado. Apesar de sua função principal ser o transporte, alguns APCs podem contar com armamentos relevantes, como metralhadoras pesadas, lançadores automáticos de granadas, canhões automáticos leves ou até sistemas anticarro, como ATGMs. Isso permite que o veículo ofereça apoio à infantaria durante o desembarque, suprima posições inimigas e aumente a segurança da tropa transportada. Os IFVs — Infantry Fighting Vehicles, ou Veículos de Combate de Infantaria — também podem exercer essa função, porém com uma proposta mais voltada ao combate direto. Em geral, os IFVs possuem armamento mais pesado e melhor proteção do que os APCs, sendo capazes de acompanhar a infantaria em contato direto com o inimigo. Por isso, podem ser entendidos como um meio-termo entre o APC, focado no transporte, e o MBT, voltado ao combate blindado pesado.

MD/BG-53 Emprego como plataforma de suporte de fogo
Guia

Nesse tipo de emprego, o veículo mais recomendado costuma ser o IFV — Infantry Fighting Vehicle — devido ao seu equilíbrio entre mobilidade, proteção, capacidade de transporte e poder de fogo. Normalmente, essa classe de veículo é equipada com canhões automáticos, metralhadoras coaxiais e, em alguns casos, mísseis anticarro guiados, como ATGMs.Sua utilização é essencial para engajar alvos a médias e longas distâncias, neutralizar posições fortificadas, suprimir infantaria inimiga, destruir veículos leves e enfrentar ameaças blindadas quando necessário. Por possuir armamento mais pesado que um APC, o IFV consegue apoiar diretamente o avanço da infantaria, oferecendo uma base de fogo móvel e protegida durante o combate. Além do poder de fogo, os IFVs geralmente possuem proteção superior à dos APCs. Dependendo do modelo, podem contar com blindagem mais espessa, blindagem reativa, sistemas de proteção ativa e melhor resistência contra munições de maior calibre. Isso permite que operem mais próximos da linha de contato, embora ainda devam evitar exposição prolongada a armamentos anticarro, minas, artilharia e emboscadas em ambiente urbano, os APCs também podem cumprir a função de suporte de fogo, porém de forma mais limitada. Normalmente, seu armamento é mais leve, sendo mais adequado para suprimir infantaria, proteger desembarques, escoltar comboios e responder a ameaças leves. Por isso, quando empregados como suporte de fogo, devem atuar com maior cautela, priorizando cobertura, mobilidade e coordenação com a infantaria. Outra classe de veículo importante nessa função são os MBTs — Main Battle Tanks, ou Carros de Combate Principais. Devido ao seu grande poder de fogo, blindagem extremamente resistente, sistemas avançados de mira e capacidade de engajamento a longas distâncias, os MBTs são a opção mais adequada para operações que exigem enfrentamento direto contra blindados inimigos, destruição de posições fortificadas e domínio de áreas abertas.

MD/BP-22 Procedimentos
Política

Uma boa organização exige uma série de procedimentos bem definidos, com o objetivo de reduzir erros, principalmente nos momentos mais críticos da operação. Para isso, é necessário desenvolver, durante os treinamentos, uma estrutura técnica voltada ao emprego de veículos, à coordenação entre guarnições e infantaria, e à aplicação de táticas padronizadas. Essa padronização permite que todos os membros compreendam previamente suas funções, responsabilidades e formas de atuação dentro da missão. Dessa maneira, a operação tende a ocorrer de forma mais organizada, previsível e eficiente, reduzindo falhas de comunicação, decisões improvisadas e atrasos durante o combate, no contexto da cavalaria, essa estrutura deve incluir procedimentos como formações de deslocamento, embarque e desembarque, comunicação entre veículo e tropa, identificação de ameaças, prioridade de alvos, posicionamento em combate, reação a emboscadas, ressuprimento, reparo e evacuação de veículos danificados.

MD/BG-54 Comunicação
Guia

A comunicação é uma das principais habilidades a serem desenvolvidas e aplicadas dentro da cavalaria. Em operações com veículos blindados, a comunicação deve ser clara, precisa e rápida, pois qualquer erro, atraso ou informação mal transmitida pode comprometer o veículo, a infantaria apoiada e todos os seus tripulantes. Dentro da cavalaria, a comunicação deve ser entendida em camadas. Existe a comunicação entre o blindado e a infantaria, entre o comandante do veículo e os tripulantes, e também entre os próprios tripulantes. Cada uma dessas camadas possui uma função específica e deve seguir um padrão para evitar confusão durante a operação. Entre a cavalaria e a infantaria, o modelo mais eficiente é o CLC — Closed-Loop Communication, ou comunicação em circuito fechado. Esse método consiste na repetição e confirmação das informações transmitidas. Ou seja, sempre que uma ordem, pedido ou informação importante for passada, o receptor deve repetir a mensagem recebida para confirmar que entendeu corretamente. Exemplo: Infantaria: “Blindado, avançar 50 metros e cobrir o setor norte.” Blindado: “Copiado, avançando 50 metros e cobrindo o setor norte.” Infantaria: “Confirmado.” Esse procedimento reduz falhas de interpretação, principalmente em situações de combate, movimentação sob fogo, evacuação, desembarque ou coordenação de suporte de fogo, entre os tripulantes do veículo, a comunicação deve ser baseada em informações objetivas e padronizadas. Sempre que um alvo, ameaça ou ponto de interesse for identificado, as informações devem ser transmitidas de forma clara, utilizando elementos como azimute, distância, descrição do alvo e ação recomendada. Um modelo simples de chamada de alvo pode seguir a seguinte estrutura: Azimute — Distância — Descrição — Ação Exemplo: Comandante: “Alvo, azimute 320, 800 metros, IFV inimigo parcialmente coberto, preparar engajamento.” Artilheiro: “Identificado, IFV inimigo, azimute 320, 800 metros.” Comandante: “Engajar.” Artilheiro: “Engajando.” O comandante do veículo deve ser o principal responsável por coordenar a tripulação, repassando informações sobre alvos, movimentação, terreno, ameaças e ordens de ação. Ele deve manter consciência situacional, orientar o condutor quanto ao deslocamento e autorizar o artilheiro a engajar alvos conforme a prioridade definida, o condutor deve informar obstáculos, dificuldades de terreno, rotas disponíveis, danos ao veículo e limitações de mobilidade. Já o artilheiro deve informar alvos identificados, munição disponível, status do armamento, campo de visão e capacidade de engajamento. A comunicação entre comandante, condutor e artilheiro deve funcionar de forma integrada. O comandante coordena, o condutor posiciona o veículo e o artilheiro aplica o poder de fogo. Quando esses três elementos atuam de forma sincronizada, o blindado consegue se movimentar, sobreviver e combater com muito mais eficiência.

MD/BP-23 Coordenação
Política

A coordenação é imprescindível para a operação eficiente de qualquer veículo de cavalaria. Todos os membros da guarnição devem conhecer não apenas suas próprias atribuições, mas também as funções dos demais tripulantes. Esse entendimento coletivo permite que comandante, motorista e artilheiro atuem em sincronia, garantindo um manuseio mais uniforme, seguro e eficiente do veículo, a tripulação deve operar como uma única unidade. O comandante coordena a ação geral do veículo, define prioridades, observa o terreno, identifica ameaças e determina o posicionamento tático. O motorista é responsável pela mobilidade, controle do veículo, escolha imediata de rota e reação a obstáculos ou ameaças no terreno. O artilheiro é responsável pelo emprego do armamento, identificação de alvos, controle do campo de tiro e execução dos engajamentos autorizados. Durante o combate, o motorista deve estar atento às orientações do artilheiro e do comandante, buscando posicionar o veículo de forma que permita melhores ângulos de engajamento, maior campo de visão e menor exposição ao fogo inimigo. Um veículo mal posicionado pode limitar o setor de tiro, expor pontos vulneráveis da blindagem ou impedir uma retirada rápida, da mesma forma, o comandante deve buscar constantemente posições que favoreçam a segurança e a mobilidade do veículo. Sempre que possível, devem ser priorizadas posições com cobertura, boa linha de visão, rota de fuga disponível e menor exposição a ameaças anticarro. O comandante também deve evitar manter o blindado parado por tempo excessivo em áreas abertas, vias previsíveis ou locais propícios a emboscadas. A confiança entre os tripulantes é essencial. Em situações de risco imediato, como suspeita de IEDs, minas, emboscadas, obstáculos suspeitos ou necessidade de evasão, a avaliação do motorista deve ser considerada com seriedade. Por estar diretamente responsável pela condução e pela leitura imediata do terreno à frente do veículo, o motorista pode identificar ameaças ou dificuldades de mobilidade antes dos demais tripulantes. Ordens de parada, mudança de rota ou retirada devem ser comunicadas de forma clara e rápida. Quando um tripulante identificar uma ameaça crítica, a guarnição deve reagir de maneira coordenada, evitando discussões prolongadas ou hesitação. A prioridade deve ser sempre preservar a integridade do veículo, manter a capacidade de combate e garantir a sobrevivência da tripulação e da infantaria apoiada.

MD/BG-55 Identificação
Guia

A identificação de ameaças é uma habilidade essencial para todas as funções dentro da cavalaria, incluindo o motorista. Todo membro da guarnição deve ser capaz de reconhecer, classificar e comunicar rapidamente a presença de veículos, infantaria, posições fortificadas, obstáculos e possíveis ameaças no terreno. A informação deve ser transmitida de forma rápida, objetiva e detalhada, pois qualquer erro na identificação pode resultar na aplicação incorreta de táticas, no uso inadequado de munição, na exposição desnecessária do veículo ou até mesmo no engajamento equivocado de um alvo, dentro da cavalaria, não basta apenas identificar que há um veículo inimigo no campo de batalha. É necessário reconhecer sua classe, seu modelo aproximado, seu armamento provável, seu nível de ameaça e sua capacidade de engajamento. A diferença entre veículos aparentemente semelhantes pode alterar completamente a forma como a guarnição deve reagir. Por exemplo, identificar a diferença entre um BTR e um BMP é fundamental, pois são veículos com funções e capacidades distintas. O BTR, em geral, atua como veículo blindado de transporte de pessoal, enquanto o BMP possui características de veículo de combate de infantaria, normalmente apresentando maior poder de fogo e maior capacidade de apoiar tropas em combate direto, além disso, a guarnição deve buscar reconhecer diferenças entre modelos específicos, como um BMP-1 e um BMP-2. Embora ambos pertençam à mesma família de veículos, suas capacidades não são idênticas. A diferença de armamento, cadência de tiro, capacidade anticarro e ameaça contra infantaria e blindados podem exigir respostas táticas diferentes. Essa capacidade de identificação permite que o comandante tome decisões mais precisas, que o artilheiro selecione o tipo correto de munição e que o motorista posicione o veículo de maneira mais segura. Um alvo mal identificado pode levar a uma aproximação perigosa, a um engajamento ineficiente ou à subestimação da ameaça inimiga. Um modelo simples para reportar uma identificação pode seguir a seguinte estrutura: Tipo — Modelo — Direção/Azimute — Distância — Ação ou ameaça Exemplo: “Contato blindado, BMP-2, azimute 045, 900 metros, ameaça anticarro provável.” Ou, caso a identificação não seja precisa: “Contato blindado, possível IFV, azimute 120, 700 metros, armamento automático visível.” Quando houver dúvida, a guarnição deve evitar afirmar uma identificação incorreta. É preferível informar uma classificação aproximada, como “possível IFV”, “provável APC”, “blindado leve” ou “veículo com canhão automático”, do que transmitir uma identificação falsa com certeza excessiva, a identificação correta aumenta a sobrevivência da guarnição, melhora a eficiência dos engajamentos e permite que a cavalaria cumpra sua função de forma mais segura e coordenada dentro da operação.

MD/BG-56 Consciência situacional
Guia

Por estarem dentro de um veículo blindado, os membros da guarnição devem desenvolver ao máximo sua consciência situacional e seu senso crítico. Diferente da infantaria, que possui maior liberdade visual e pode observar o ambiente ao seu redor com mais facilidade, a tripulação de um blindado normalmente opera com visão limitada, dependente de sensores, periscópios, câmeras, mira óptica, comunicação por rádio e informações repassadas por outros elementos da força. Dentro de um blindado, a percepção do campo de batalha nunca será tão ampla quanto a de um combatente desmontado. Por isso, cada tripulante deve ser capaz de interpretar rapidamente as informações disponíveis, identificar possíveis ameaças e julgar a melhor forma de agir, sempre levando em consideração a sobrevivência do veículo, da guarnição e da infantaria apoiada, a filtragem de informações é fundamental. Durante uma operação, a guarnição pode receber dados vindos do comandante, artilheiro, motorista, infantaria, outros veículos, elementos aéreos e comando superior. Nem toda informação terá a mesma prioridade, e cabe à tripulação compreender o que representa ameaça imediata, o que exige atenção futura e o que pode ser apenas ruído operacional. A análise crítica permite que a guarnição não apenas reaja às informações recebidas, mas também antecipe problemas. Terrenos fechados, ruas estreitas, elevações dominantes, áreas com pouca visibilidade, movimentações incomuns podem indicar risco de emboscada, IEDs, minas ou presença de armamento anticarro. O comandante deve manter uma visão geral da situação, avaliando ameaças, rotas, posições de apoio e prioridades de engajamento. O motorista deve observar constantemente o terreno, possíveis obstáculos, rotas de fuga e pontos vulneráveis durante o deslocamento. O artilheiro deve manter atenção aos setores de ameaça, possíveis alvos e limitações de seu campo de tiro. A sobrevivência do blindado depende da capacidade da guarnição de observar, interpretar, comunicar e decidir. Um veículo que não compreende o ambiente ao seu redor torna-se vulnerável, mesmo que possua boa blindagem e grande poder de fogo.

II - Tripulante

Tripulante
MD/BG-57 Tripulante
Guia

O Tripulante é a função inicial de todas as ocupações dentro de um blindado, é desenvolvido habilidades que vão seguir como base para todas as outras que serão desenvolvidas ao longo dos treinamentos como cavalaria. Com o infante formado como tripulante se tornando capaz de realizar todas as funções básicas dentro de um blindado

MD/BH-52 Utilizando o menu do ace em veiculos
Habilidade

Fora do veiculo Segurando a tecla (win) olhando para o veiculo aparecera a bolinha branca escrito interação, levando o circulo vermelho até ele aparece as opções "Get in" (Entrar) onde você pode selecionar os assentos ou a opção cargo, onde voce pode descarregar o que o veiculo estiver carregando Dentro do veiculo Aparece a opção de mudar de assento Intercom - Radio interno do veiculo Telefone de infantaria - permite você se comunicar com a infantaria que está no exterior do veiculo sem precisar sair para fora do veiculo. Racks - Rádios de longo alcance.

MD/BH-53 Indentifique o contato
Habilidade

Na identificação básica você vai ter uma ideia de como distinguir algumas classes de veículos e infantaria, seguindo o seguinte principio Infantaria - Se tiver um cilindro grande atras é um contato de RPG, se tiver dentro de uma montada que tem aparenta ser um cilindro é um ATGM Veiculo - Se tiver rodas é um APC se tiver Esteira é um IFV ou um Tanque

MD/BH-54 Comunicação
Habilidade

É preciso entender que ter noção de uma comunicação rápida, objetiva é o básico da convivência dentro de um blindado, passar um azmuth correto, ou direção cardial, transmitir uma mensagem organizada para seus colegas de blindado é extremamente necessário Com o mais básico sendo Azmuth ou Direção - Descrição - Distancia (Suposta)

III - Engenheiro de cavalaria

IEDs e Minas terrestres
MD/BG-58 identificação e evazão de ameças em campo
Guia

Se familiarizar com os tipos de IEDs e Minas terrestes e quais suas capacidades é essencial para o garantir a sobrevenvencia do blindado durante a missão, tendo como principal responsavel o engenheiro de blindado para realizar a analise do terreno

MD/BH-55 Evazão de IEDs e Minas Terrestres
Habilidade

- Realizar a familiarização com os tipos de dispositivos explosivos que apresentam ameaça contra o blindado - Identificar ameaças em terra ao se movimentar com o blindado - Comunicar com o comando do blindado sobre a ameaça - Realizar manobras de evasão

MD/BH-56 Defusar explosivos simples
Habilidade

- Analisar situação, com o intuito de descobrir se há a necessidade e possibilidade de desembarque para o engenheiro defusar um explosivo - Ao receber a ordem, desembarcar do blindado, e lentamente se aproximar do dispositivo explosivo ,a menos de 20M de distancia 2Xc (passo 2), a menos de 10M de distancia ctrl + c (passo tatico) - Manter silencio de radio, pois certos explosivos podem ser ativados pela frequencia ( pode ser util desligar seu radio caso necessario) - Ao chegar a cerca de 2 metros de distancia começar a se rastejar com o menu do ACE ativado ate que apareça a opção de defusar o explosivo, apos concluido, seguir para o proximo - Ao finalizar, comunicar com seu comando que a area está limpa de explosivos

dano e reparo
MD/BG-59 Danos em combate
Guia

É inevitavel que eventualmente o blindado sofrerá algum dano, é de responsabilidade de todos os tripulantes, mas principalmente do engenheiro de blindado, saber reconhecer e comunicar os danos sofridos para seu comando com o intuito de discernir entre um dano superficial, dano intermediaria, e dano catastrofico, dando a possibilidade do blindado ser reparado em um local seguro

MD/BH-57 identificação de dano
Habilidade

-Analisar quais componentes estao danificados -Identificar se o dano sofrido causa o componente do blindado a se tornar desabilitado, ou se apenas o danificou sem interferir em sua funcionalidade -Comunicar com seu comandante o tipo de dano sofrido e o que sera afetado no veiculo

MD/BH-58 reparo em campo
Habilidade

- Realizar a analise situacional, em função de encontrar uma oportunidade de desembarcar do veiculo para realizar os reparos necessarios - identificar a qual a prioridade para ser consertado, em caso de situação de combate, prioridade as armas, em caso de vazamento de combustível, consertar os tanques de gasolina, caso ambos estejam funcionais e reparados, próxima prioridade sendo o motor e mobilidade (esteiras ou rodas dependendo do blindado) - Caso seja necessário peças para serem trocadas ( estepes ou esteiras) checar no menu de carga do veiculo para saber se há alguma reserva, caso não haja ou não seja o suficiente, comunicar com seu comando para requisitar novas partes para o conserto - Utilizar menu ACE para realizar o conserto, enquanto se comunica com o comandante de blindado sobre quanto tempo ira demorar (é de bom costume utilizar o telefone externo para se comunicar com a tripulação) - Ao concluir todos os reparos, comunicar com seu comando, e embarcar novamente

IV - Motorista de blindado

Basico
MD/BG-60 Motorista de blindado
Guia

o motorista de blindado é responsavel pela condução do veiculo dentro e fora de combate, e comumente é também responsável pelos reparos realizados em campo, é de extrema importancia que o motoris de blindado saiba realizar manobras e compreender ordens de seu comandante, dado que a sobrevivencia do blindado muitas vezes cai em seu posicionamento no campo de batalha

MD/BH-59 comprensão dos comandos dentro do blindado
Habilidade

- Scrol do mouse opções de troca de assento e sair do blindado - Nos blindados que permitem o freelook dentro do assento de motorista, também tem uma visão mais próxima da parte da frente, que pode ser acessado apertando o botão direito do mouse - Pressionar V apenas uma vez desembarca do veiculo desligando o motor, enquanto apertar V duas vezes consegue sair mais rapidamente, porem o motor permanece ligado - Pressionar ctrl + E para abrir a escotilha e ficar para fora e Ctrl + Q para entra de volta e fecha-la - Em alguns blindados, apertar a tecla C no assento de motorista permite a utilização de contra medidas, ou cortinas de fumaça - É valido configurar uma tecla para desligar o motor do veiculo por questão de conveniência (configurações -> controles -> comandos de veiculo) - Certos blindados possuem visão noturna ou térmica no assento de motorista, ativados ao apertar V ou B dependendo do blindado - Alguns blindados possuem câmeras traseiras que podem ser acessadas pressionando o + ou - do teclado numérico (isso após ter apertado o botão direito do mouse para usar a visão frontal do blindado)

Intermediário
MD/BG-61 Condução de comboio fora de combate
Guia

Movimento linear, composto por multiplos elementos, cujo o trabalho da cavalaria normalmente se encontra sendo dar cobertura ou servir como o escudo da formação

MD/BH-60 Comandos de comboio
Habilidade

- Tecla Ins para setar a velocidade de comboio e segurando o ctrl usar o scrol do mouse para subir ou reduzir a velocidade - Comunicar possíveis ameaças no terreno e qual a capacidade de locomoção do blindado

MD/BH-61 Compreensão de ordens
Habilidade

- Aguardar aguardar -> parar o blindado imediatamente - Movendo movendo -> retornar para a velocidade e percurso previamente estabelecidos - Apontar veiculo para (azimute) -> ler sua bússola padrão dentro do blindado e aponta-lo para o azimute determinado - Quebrar para (esquerda ou direita) -> tirar o blindado da rua ou caminho segundo a direção dada pelo comandante, o deixando perpendicular à estrada a menos que seja dito de outra forma pelo comando - Retornar formação -> trazer o blindado de volta para o local do comboio que ele se encontrava

MD/BG-62 Condução fora de estrada e campo
Guia

As principais áreas de atuação da cavalaria são as estradas e campos abertos, porém frequentemente haverão situações aonde os tripulantes se encontrarão lutando em ambiente não favoráveis a seus veículos, é valido ter consciência dos tipos de forças e fraquezas que cada veiculo da cavalaria possui, com o intuito de trazer a melhor possibilidade de vitória durante a operação

avançado
MD/BG-63 Compreensão das manobras e comando durante o combate
Guia

manobras realizadas durante o combate, é de extrema importância que a comunicação entre os tripulantes seja levada mais a serio durante o período de combate, devido a natureza caótica causada pelo confronto em si, somado à necessidade de trabalho em equipe dos tripulantes, é essencial que durante estes intervalos, seja assumido total silencio na comunicação que não seja direcionada a transmitir informações relevantes para o combate

MD/BH-62 Manobras de combate
Habilidade

- Cobertura (azimute ou direção, voltada ao suporte para infantaria ou outros blindados) -> apontar o blindado na direção indicada pelo comandante, e manter a observação sobre o movimento da tropa aliada - Movimento tático (direção ou azimute)-> locomoção com a velocidade reduzida com o intuito de facilitar o trabalho de identificação e engajamento do comandante e atirador - Apontar veiculo para (azimute ou direção) -> apontar o blindado para a direção indicada com o intuito de melhor utilizar a blindagem a favor da equipe - Perseguir (direção ou veiculo inimigo) -> a toda velocidade possível ir atrás do veiculo ou direção indicada, com o intuito de engajar ou finalizar algum inimigo - Movimento de combate com cobertura -> mover o blindado para trás de um ponto de cobertura, aguardar a ordem do atirador ou comandante, ao receber a ordem, "pronto" sair de cobertura, aguardar o disparo e imediatamente, recuar de volta para a cobertura, com o intuito de maximizar a utilização das armas do blindado ao mesmo tempo que limita as oportunidade para o inimigo acerta-lo - Acompanhar (infantaria ou veiculo) -> seguir logo atrás da unidade indicada, mantendo uma distancia mínima de 5 metros e máxima de 15 metros - Desengajar -> recuar o blindado ainda apontando sua frente para a ameaça com o intuito de manter sua armadura mais forte apontada para o inimigo - recuo tático -> dar ré com o blindado ainda mantendo sua frente apontada para o inimigo - bater em retirada -> pressionar a tecla C para ativar a fumaça do blindado e logo em seguida realizar uma curva de 180°, e utilizar toda a capacidade de movimento para escapar o mais rápido possível do local - Desembarque de emergência -> se retirar do veiculo e imediatamente utiliza-lo como uma blindagem, utilizando ele como uma barreira entre os tripulantes e as ameaças

MD/BG-64 Identificação e comunicação de ameaças básicas
Guia

O trabalho de identificar e comunicar as ameaças normalmente cai na responsabilidade do comandante, entretanto, haverão momento aonde o motorista do veiculo será o primeiro a perceber alguma ameaça, logo é de alta importância saber se comunicar com o time em tais situações

MD/BH-63 Identificação dos tipos de IEDs e Minas terrestes
Habilidade

- Analisar o percurso dado pelo comando, analisando especialmente o chão ao redor de onde o blindado se move - Ao perceber algum IED ou mina terrestre, analise sua situação - Caso o dispositivo esteja distante comunique a distancia relativa porem continue o movimento, pare apenas caso instruído ou caso chegue a menos de 15 metros de distancia - Caso o dispositivo já esteja próximo, pare o blindado imediatamente, e comunique a posição e distancia do dispositivo para seu time e aguarde a próxima ordem

MD/BH-64 Identificação de veiculos e formações inimigas
Habilidade

- Ao observar algum inimigo analise a situação que o time se encontra - Caso a presença do inimigo não seja categorizada como ameaça imediata para o blindado, permanecer seguindo seu movimento e ordem previamente dado - Comunicar o tipo de inimigo detectado, seu nível de consciência com relação ao blindado e qual a sua posição - Caso a presença do inimigo detectado seja categorizado como ameaça imediata para o time, imediatamente parar e comunicar com urgência a direção e tipo de ameaça para seu comandante

V - Artilheiro de blindado

BÁSICO
MD/BG-65 Artilheiro de blindado - basico
Guia

O Artilheiro de Blindado Básico é a base para a formação de um Artilheiro de Cavalaria, é necessário entender os conceitos exigidos aqui, para que a progressão do Tripulante como artilheiro ocorra de forma coesa na máxima excelência, no inicio da função como Artilheiro, o tripulante deve ser capaz de fazer uma identificação mínima de veículos hostis, ser capaz de Utilizar todos os armamentos de baixo calibre que um veículo pode carregar e deve saber se comunicar com sua tripulação de forma concisa.

MD/BH-65 Identifique o veículo
Habilidade

Ao identificar na ótica de sua mira algum veículo verifique os seguintes detalhes. 1) Rodas, Esteiras, Chassi, Torre, Canhão 2) Veículos que possuem Chassis em formato cilíndrico alongado e possuem rodas, tem uma torre oval pequena, com um canhão pequeno ou possuem apenas um canhão remoto, Podem ser Considerados APCs (Armored Personnel Carrier) 3) Veículos que Possuem Chassis Largos e achatados, com Esteira, com uma torre oval média ou Grande e um Canhão Médio ou Grande na torre, Pode ser considerado um Tanque ou um IFV (Infantry Fight Vehicle) 4) Diferença entre Tank e IFV, se o Canhão for longo e passar o Chassi na maioria das vezes será um tanque, se ele for de um tamanho médio e não passar o Chassi é um IFV.

MD/BH-66 Utilizando Armamento (Canhões Automaticos Leves)
Habilidade

Como utilizar a mira: 1) Em veículos com Miras Digitais: O + (Mais) e o - (Menos) do teclado aumentam e diminuem o zoom, a Tecla T tira a distância do alvo e ajusta a distância da arma o N ativa a thermal ou a visão noturna. 2) Em veículos com Miras Analogicas: O + e o - do teclado aumentam e diminuem o Zoom, a Distância tem que ser ajustada manualmente pelo Pg up que aumenta e o Pg Dn que diminui, Normalmente a mira só conta com visão noturna que é ativada no último estágio de zoom da mira Especificação das Armas: Inicialmente os Armamentos iniciais consistem nas armas M2 .50, MK19 Granadeira, KVT 14,5mm e PKT 7,62 Essas Armas podem ou não serem remotas ou possuírem sistemas de miras 1) Utilização M2 .50: Penetração Baixa, Ótima para Supressão, Alcance de até 2000m (Sistema de Mira Digital) Sem sistema de mira Alcance de 1500m, Munição: 200 Disparos por Caixa 2) Utilização MK 19 Granadeira: Penetração Baixa, Excelente para Supressão, Alcance de até 1500m, Munição: 96 Disparos por Caixa 3) Utilização KVT 14,5: Penetração Média, Mediano para Supressão, Alcance de até 2000m, Munição: 50 Disparos por Caixa 4) Utilização PKT 7,62: Penetração Baixa, Ótima para Supressão, alcance de até 1500m, Munição: 250 disparos por Caixa

MD/BH-67 Utilizando a Comunicação
Habilidade

A Utilização da Comunicação deve seguir da seguinte forma para o Artilheiro Ao Identificar um alvo: 1) Tipo de Alvo - Distância do Alvo - Azmuth do Alvo - Solicitação de Ordens (Engajamento ou Observação) A) Em engajamento - Informar o tipo de Munição - Confirmar a Distancia - Informar Quantidade de Disparos ou Rajadas - Informar Efetividade (Alvo Eliminado, Alvo Fugiu, Alvo Danificado) 2) Ao solicitar posicionamento para o Motorista Direção para se mover (Frente, Trás, Lado Esquerdo, Direito) - Necessidade de Girar o Eixo do veículo ( Virar frente para Esquerda, Direita, 360) A) Em engajamento - Solicitar que se mova de acordo com a necessidade do alvo, no Fim do engajamento ou se esgotar a munição solicitar para que recue o veículo

INTERMEDIARIO
MD/BG-66 Artilheiro de blindado - intermediario
Guia

No módulo intermediário com base nos conceitos adquiridos no módulo passado, o tripulante na função de artilheiro ele irá aqui se aprofundar em duas funções, na identificação de veículo onde será mais detalhada, buscando entender melhor a distinção dentro das classes de veículos pois sua distinção na identificação é de extrema importância para a consciência situacional do veículo e sua sobrevivência , e aprenderá sobre a utilização de canhões automáticos de alto calibre.

MD/BH-68 Identifique o veiculo
Habilidade

Sabendo já distinguir um ifv de um apc. o Tripulante agora deve ser capaz de distinguir IFV X de IFV Y ou APC Y de APC X, para isso seguimos a seguinte lógica: Com os Russos que possuem mais variações de veículos da mesma classe, como a Classe de IFV BMP 1) Diferenças IFV Russo BMP-1, BMP-2, BMP-3: Ambos possuem esteira e estão sobre um Chassi largo e achatado, com a principal diferença perceptível sendo o seu Armamento, com o BMP-1 possuindo um torre oval menor, um canhão de tamanho curto e um ATGM branco em cima do canhão ou um Amarelo em cima da Torre, o BMP-2 possui um Canhão de Tamanho Médio, uma Torre oval de Tamanho Médio também e um ATGM Amarelo centralizado no meio da Torre, Já o BMP 3 possui dois canhões um de tamanho médio e outro de tamanho longo rentes um ao outro, e uma torre oval grande. 2) Diferenças APCs Russos BTR-80 e BTR-80a: Ambos possuem rodas, o mesmo Chassi com a unica diferença sendo sua Arma, com o BTR-80a possuindo um Canhão Medio em uma Torre que sua estrutura lembra uma torre remota, enquanto o BTR-80, se mantém numa torre oval pequena com um canhão de tamanho pequeno.

MD/BH-69 Utilizando armamento (Canhão Automatico Medio)
Habilidade

O foco agora será na utilização principalmente de canhões de alto calibre como canhões de 30mm, 20mm e afins, além da diferenciação entre munições HE e AP, e seus modos de uso A Utilização da Mira se mantém a mesma, com alguns veículos possuindo um sistema digital e outros analogicos Especificação das Armas e Munições: 1) M2 Bradley Canhão Automático de 25mm Utilização: Tres Modos de Disparos: Single, Burst e Auto. Tipos de munições HE e AP, Penetração Alta, Supressão Ótima, Alcance de 3000m, Munições: 230 Disparos HE por caixa e 70 Disparos AP por caixa 2) BMP-2 Canhão automático de 30mm de alta velocidade Utilização: Dois modos de Disparos: Baixa Velocidade e Alta Velocidade. Tipos de munições HE e AP, Penetração Alta, Supressão Excelente, Alcance de 4000m para munição HE e 2000m para munição AP. Munições: 160 Disparos AP por caixa e 340 Disparos HE por Caixa 3) BMP-3 e BTR-80a possuem o mesmo canhão, Canhão Automático de 30mm Utilização: Dois Modos de Disparos: Single e Auto. Tipos de munições HE e AP, Penetração Alta, Supressão Ótima, Alance de 4000m para munição HE e 2000m para munição AP. Munições: 195 Disparos AP por caixa, 300 Disparos HE por Caixa Diferença entre Munições e modo de uso: 1) Munições HE (High Explosive) são voltadas para o uso em veículos leves e infantaria, além de uso em supressão em construções e fortificações, Sempre levar em consideração ao utilizar ela se não tem aliados próximos ao alvo, pois a munição espalha diversos estilhaços em uma área consideravelmente grande. 2) Munições AP (Armor Piercing) o uso recomendado é em veículos Médios principalmente, como APCs e IFVs, com sua penetração conseguindo superar a blindagem da maioria dos veículos blindados contra MBTs o seu uso é limitado a partes sensíveis do tanque, como Esteiras, Canhão e Motor.

AVANÇADO
MD/BG-67 Artilheiro de blindado - avançado
Guia

No Módulo avançado o Artilheiro irá se especializar nas habilidades de comunicação, para saber transmitir sua visão com mais clareza e especificidade possível, se aprofundará em diversos métodos de engajamento nos mais variados tipos de Alvo e por fim nesse módulo será finalmente apresentado a utilização de Canhões Pesados e os mais diversos sistemas e mísseis ATGMs.

MD/BH-70 Utilizando armamentos (Canhões Pesados)
Habilidade

Aqui o foco será na utilização de ATGMs e principalmente nos Canhões pesados de 120mm dos famosos tanques de batalha ou MBT. Como utilizar a Mira: O Sistema de mira segue o mesmo procedimento dos sistemas de mira digital e analógico com o mais comum sendo sistemas de mira digital. Especificação das Armas e Munições: 1) M1 Abrams Canhão 120mm: Tipos de Munição: APFSDS, MPAT. Penetração Excelente. Supressão Ótimo. Alcance 5000m. Munições: 28 Disparos APFSDS e 8 MPAT. 2) T-72 Canhão 125mm: Tipos de Munição: APFSDS, HEAT, HE, ATGM. Penetração Excelente. Supressão Ótimo. Alcance 5000m. Munições: 8 Disparos APFSDS, 3 Disparos HEAT, 7 Disparos HE, 4 ATGMS Munições e Modo de Uso: Munições: 1) APFSDS: APFSDS (armour-Piercing, Fin-Stabilized, Discarding Sabot) É o nome das munições de alta penetração de blindagem, sendo recomendado seu uso contra blindados médios e pesados. Essa munição ignora blindagem Reativa e Ativa, sendo excelente para o combate contra outros blindados. 2) HEAT e MPAT: HEAT (High-Explosive Anti-Tank) e MPAT (Multi-Purpose Anti-Tank) É o nome das munições anti-tanque com carga explosiva, ótimo para enfrentar blindados pesados que não possuem blindagem reativas e excelente para IFVs e APCs. Pois essa munição penetra e se detona por dentro do veículo após passar a blindagem. 3) HE: HE (High-Explosive) Munições com alto poder destrutivo, excelente contra fortificações, agrupamentos de infantaria e construções com seu uso podendo ser estendido até a veículos leves. Modo de Uso do Canhão: Um canhão Pesado deve-se sempre ser usado a uma distância segura da infantaria, ou a infantaria próxima deve estar abrigada, pois o canhão possui uma Área de Sobro em volta dele, que ao ser disparado tem o potencial de ferir os aliados em sua volta.

MD/BH-71 Utilizando Armamentos (ATGM)
Habilidade

ATGM (Anti-Tank Guided Missile ) é o nome dos mísseis que normalmente são equipados junto aos MBTs (Russos) e aos IFVs. Possuem uma alta penetração, mas tem desvantagem contra proteções Reativas e Ativas. 1) Tipos de ATGM: Existem Vários Modelos de ATGM com o mais comum encontrado em BMPS 1 e 2 e no Bradley sendo o por Fio, onde seu guiamento depende de fios que são ligados ao um lançador externo do veículo junto ao míssil, com seu alcance não passando de 1800m ao depender da versão do míssil. Outro Modelo é o Guiado a Laser, normalmente encontrado em Veículos Russos onde seu disparo é feito pelo Canhão do Veículo e seu guiamento depende apenas da onde a sua mira óptica está apontando com o alcance sendo o mesmo que os demais. Modo de Uso: Sempre Utilizar ATGM contra veículos ou Estruturas que estejam com um visual limpo, sem Vegetação Alta como Árvores, ou Torres de Energia com Fiação. Pois tanto o guiamento a laser como o Fio podem se perder caso o terreno esteja poluído com múltiplos obstáculos até o alvo. Durante o guiamento sempre manter a Mira fixada no Alvo e realizar movimento de ajustes curtos e suaves, uma mudança brusca na mira pode fazer o ATGM perder a direção e colidir com o chão

MD/BH-72 Conceitos de engajamento
Habilidade

Como Artilheiro de Veículo é preciso ter o conhecimento necessário para saber, o que engajar, como engajar e com o que engajar. 1) Fortificações e Estruturas: Utilizar técnicas de supressão, em rajadas controladas e espaçadas. se disponível usar munição explosiva sempre mirando em Janelas e Portas em caso de Estruturas ou na detonação visando a parte de cima das fortificações. 2) Veículos Pesados e Médios: Utilizar munições Perfurantes ou Anti Tanque Explosivo, Mirar em posições vulneráveis como partes traseira e lateral do veículo, esteira, base do canhão ou junção do Chassi com a Torre. 3) Infantaria e Veículos leves: Engajar sempre com Arma secundária dos veículos como Metralhadoras, ou em caso de Canhões Automáticos utilizar munição HE. Prezar por Rajadas curtas e precisas em caso de metralhadora, em caso de canhão prezar pelo espalhamento da munição para maior efetividade.

MD/BH-73 Utilizando a comunicação
Habilidade

Na comunicação Avançada é necessário que o tripulante já esteja ciente dos conceitos passados. 1) Leitura de Terreno: o Tripulante deve conseguir descrever o Terreno em volta do alvo que ele identificou ao informar ao Comandante. “Infantaria na Construção Cinza, no Topo do Morro que está na direção Leste” 2) Informar Direção: o Tripulante deve conseguir informar com precisão a direção que o alvo que ele observa se move “Veículo Leve, na estrada de terra se movendo para o Leste” 3) Ter consciência situacional: Informar de forma precisa sempre que notar que o veículo possa estar em perigo “Avistei uma equipe de RPG ao norte na estrada de terra próxima ao bosque indo para o topo do Morro ao leste visando nossa posição, não tenho visual limpo dessa posição”

VI - Comandante de blindado

Hablidades Basicas
MD/BG-68 Comandante de blindado
Guia

O Comandante de Blindado (LDB) é responsável pelo emprego do motorista e artilheiro, sua função é o elo que mantém o blindado em plena sintonia com outros elementos na operação. Essa função de comandante fica a cargo de um Tripulante, que tenha, em sua formação atingindo o Tier de CAV3 e possua em sua formação um treino de CMD1.

MD/BG-69 Consciência situacional
Guia

é de extrema importância para todos os membros da equipe manter um alto nível de consciência do ambiente ao seu redor, porém essa cai como principal responsabilidade do comandante de blindado devido a sua capacidade de observar o campo de batalha de forma mais clara que os demais tripulantes somado a capacidade de se comunicar com outros elementos durante a operação

MD/BH-74 Familiarização com os comandos de teclado para comandante
Habilidade

- Teclas Ctrl + E e Ctrl + Q - abrir/fechar escotilha (extremamente útil em blindados antigos, onde a visibilidade é limitada quando está dentro dele) - Tecla C - Ativa contra medidas, normalmente na forma de Granadas que fazem um cortina de fumaça - Teclas Ctrl + C - Troca entre os tipos diferente de contra medidas

MD/BG-70 Identificação de ameaças
Guia

As ameaças que o blindado encontra no campo de batalha se resumem a 5 tipos, sendo elas, infantaria, armas montadas, minas terrestres/IEDs, blindados e aeronaves, é mediante a isto, que o comandante de blindado deve se familiarizar com estes tipos de ameaças e saber como conduzir sua equipe para melhor aproveitar as forças do blindado enquanto minimiza suas fraquezas. Sendo importante salientar que no momento do contato, a depender do terreno, momento operacional, blindado utilizado o que no fim mas contará para a sobrevivência do veículo é a velocidade do comandante de identificar e lidar com as ameaças independe do modo que ele escolha fazê-lo

MD/BH-75 Identifique ameaças de infantaria
Habilidade

1) Caso seja comunicado na área de operação grupos hostis de infantaria próximo ao blindado, tente identificar o nível de ameaça que esse grupo representa, caso a comunicação foi realizada por outro elemento, questionar se tal grupo possui poder anti-tanque ou se foi comunicado pelo artilheiro do veículo ou seja capaz a visualização do grupo hostil pelo blindado, tente identificar o nível da ameaça, observado visualmente qual sua capacidade antitanque, se possuem lançadores de curto alcance(RPG 22 ou M136), médio (RPG-7V ou MAAWS) ou de longo alcance (JAVELIN), ao ser identificado com clareza qual a capacidade do armamento inimigo o comandante conseguirá com facilidade tomar a decisão correta de engajamento e movimentação. 2) Seguindo o mesmo procedimento acima, é necessário entender qual o nível da ameaça da arma estática para seguir com o engajamento e movimentação, para isso, o comandante precisa estar ciente das capacidades do seu veículo e das capacidades de tal arma. Se o blindado utilizado for um com uma blindagem leve (MRAPS e BRDMS), e a arma montada for uma M2 .50 ou Dshk .50 é recomendado o engajamento ideal a ser feito a distância degradando então a precisão do armamento inimigo e sua penetração, caso o blindado for por exemplo um IFV e a arma montada alguma espécie de ATGM, o engajamento ideal é já conhecer a posição prévia do alvo, e se utilizar de alguma cobertura para realizar o disparo do blindado e após isso o recuo do mesmo e repetir o processo até a confirmação que o alvo foi abatido, já a movimentação contra armas montadas é preferível sempre manter a distância e estar em um terreno de fácil movimento caso seja necessário uma fuga, já quando esses alvos forem identificados o comandante deve alertar toda a tripulação para tomarem as medidas de evasão necessária no momento do confronto . 3) Caso a operação tenha a presença de drones FPV o engajamento é praticamente impossível tanto do drone como do seu operador. Em casos de avistamento de FPV, o comandante deve alertar os tripulantes, buscar um local com cobertura como bosques e florestas, alertar o motorista para manter velocidade e agilidade utilizando de manobras evasivas e coordenar o uso de fumaças, seja por lançadores disponíveis para o comandante ou de gerador de fumaça do motorista.

MD/BH-76 Identificação de ameaças IEDs e minas terrestres
Habilidade

1) Saber identificar os tipos de IEDS e minas terrestres e quais os locais mais comuns de se encontrar esse tipo de ameaça. A) Apertando ctrl + C, em certos blindados há o sistema de defesa DUCK, que interfere nas frequências que permitem a ativação de IEDs próximas do blindado, aumentando a chance de sair sem danos ao passar próximo de um IED B) Ao identificar se é uma IEDs ou mina, informar ao Líder de Operação a localização para o desarme, se não houver engenheiros disponíveis, utilizar o armamento do veículo para a detonação do artefato (caso o mesmo se encontre em uma região sem presença de civis)

MD/BH-77 Identificação de blindados inimigos
Habilidade

Ao ser informado que um blindado inimigo está na área de operação, com base nas habilidades de identificação já desenvolvidas, o comandante deve ter a capacidade de por meio do conhecimento do seu próprio blindado e do blindado inimigo identificar o nível de ameaça. Utilizando como base de comparação um blindado M2A3 Bradley como blindado aliado. 1) ASV: Carros blindados, normalmente utilizados para reconhecimento, armados com metralhadoras leves, metralhadoras pesadas ou granadeiras automáticas (Exemplos: M117 Guardian, BRDM-2) - Nível de ameaça baixa 2) APCs: carros de transporte de infantaria, normalmente possuem 6 a 8 rodas, armados com metralhadoras leves, metralhadoras pesada, canhões de 20mm ou 30mm (Exemplos: Stryker, M113, BTR-80a) - Nível de ameaça baixa 3) IFVs: Blindados de combate e transporte de infantaria, mecanizados, armados com metralhadoras leves, canhões automáticos de 20mm ou 30mm, podendo possuir sistemas de ATGMs (Exemplos: M2A3 Bradley, BMP-2, BMD-1) - Nível de ameaça media 4) MBT: Blindado altamente resistente e com alto poder de fogo, armado com metralhadoras leves, canhão de 105mm ou 120mm às vezes também armado com mísseis ATGM lançados pelo canhão (Exemplos: M1A2 Abrams, T-72B3) - Nível de ameaça alto

MD/BH-78 Identificação de aeronaves inimigas.
Habilidade

Ao identificar uma aeronave inimiga na AO, o Comandante deve informar ao Líder de Operações, para caso possuírem algum meio anti-aéreo o mesmo engajar a ameaça aérea, o comandante deve ser capaz de no exato momento da identificação reagir a esse contato, em caso de helicópteros de ataque e de uma aeronave de CAS o recomendado é buscar cobertura e se evadir utilizando cortinas de fumaça. 1) Helicóptero de transporte: não apresenta ameaça direta ao blindado, porém carrega infantaria que pode ser um problema caso pousada ou caia de paraquedas na região de atuação, normalmente os helicópteros de transporte podem ser identificados por não terem pylons em suas laterais. 2) Helicóptero de ataque: identificado pelos seus pylons nas laterais da aeronave, os quais podem carregar mísseis antitanque que apresentam uma ameaça contra o blindado, e em alguns modelos, um canhão automático centralizado próximo ao bico do helicóptero. 3) Avião de Ataque ao Solo: aeronave de alta velocidade, com capacidade de abater rapidamente qualquer alvo, incluindo os blindados aliados, carregando mísseis anti-tanques e bombas guiadas ou bombas clusters.

MD/BG-71 Capacidade dos blindados utilizados pela cavalaria (A)
Guia

1) ASV: São carros blindados, altamente capazes no exercício de reconhecimento e suporte de fogo, devido ao seu tamanho relativamente pequeno quando comparado com outros blindados, em exemplo temos o BRDM-2 e o M117 Guardian que são ótimos veículos para situações onde é necessário manter uma baixa probabilidade de avistamento por parte do inimigo, já suas armas são excelentes para engajar alvos de infantaria e veículos leves como pick ups, jipes, suvs, etc, entretanto, sua armadura é uma das mais fracas comparadas com os outros blindados da cavalaria, fazendo com que sua principal forma de sobrevivência seja explorar ao máximo sua mobilidade. Outro classe de veículos que podem realizar a função de um ASV (Armored Scout Vehicle) são os MRAPs (Mine-Resistant Ambush Protected ) Os reis do suporte e locomoção de infantaria, os MRAPs, de forma similar aos ASV os MRAPs são unidades moveis e bem utilizadas contra infantaria inimiga, normalmente mais lentos do que os ASV, porém em compensação, possuem maior resistência contra artefatos explosivos que permitem alguns modelos até sobreviverem múltiplos disparos de ogivas antitanques, assim como certos blindados, os MRAPs em sua maioria possuem o sistema DUCK de defesa contra IEDs. A função do ASV no campo de batalha é clara, são excelentes blindados para uso de reconhecimento, acompanhamento de infantaria, e engajamento de veículos leves e supressão, não sendo blindados ideias para o enfrentamento de outros blindados, principalmente os de classe superior. 2) APCs: são veículos focados no transporte de tropas aliadas, somados a uma capacidade limitada de suporte de fogo, derivado de seus armamentos, que podem variar desde canhões automáticos com munições HE e AP a metralhadoras pesadas ou lançadores de granadas entre esses veículos estão os BTRs, Stryker, M113, MT-LB, LAV-25, Badger V dentro outros. Além disso alguns blindados dessa classe possuem a capacidade de cruzar corpos de água sem dificuldade pois possuem capacidade anfíbia exemplos: BTRs, M113, LAV-25 são blindados que detém a capacidade anfíbia, já veículos como o Stryker não detém tal capacidade. Em termos de capacidade, os APCs que são armados com canhões automáticos possuem munições que facilmente podem penetrar a armaduras de outros APCs ou IFVs já contra MBTs, o combate utilizando essa classe de blindado não é recomendado, porém com a utilização das táticas de combate, e sabendo os pontos fracos do blindado inimigo, é possível realizar o abate de um MBT utilizando um APCs. Vale salientar que os APCs, podem variar dentro de sua própria classe de função, alguns, serão mais indicados para a função de transporte, tendo dificuldade em realizar missões de suporte de fogo, já outros podem possuir maior facilidade em realizar missões de suporte de fogo, tudo isso passar a depender do Armamento do Blindado.

MD/BG-72 Capacidade dos blindados utilizados pela cavalaria (B)
Guia

3) IFVs: São veículos intermediários entre os mais comuns estão os BMPs, BMDs e Bradley pode-se dizer que sua função é tanto o transporte de tropas, como o enfrentamento de Infantaria inimiga, possuindo também capacidades Antitanques por meio de sistemas de ATGMs integrados no blindado, sua blindagem varia da versão do veículo como também o seu sistemas ópticos e de controle de tiro. São blindados ideias para realizar movimentações em espaços urbanos com outros elementos e se necessário como base de fogo móvel de altíssima efetividade, dentre os APCs e os ASV os IFVs são os que antes dos MBT possuem maior capacidade de enfrentamento contra outros blindados, graças principalmente ao seu armamento que muitas das vezes tem a disposição Mísseis antitanques. Em termos de proteção alguns IFVs podem possuir como armadura extra, grandes, placas de cerâmica, placas reativas ou até mesmo proteção ativa como é o caso do T-15, que estende o tempo de vida do blindado no campo de batalha 4) MBTs: São a espinha dorsal de qualquer unidade de cavalaria sendo os blindados mais resistentes e com maior poder de fogo destrutivo, sendo esses veículos como por exemplo o M1A2 Abrams ou o T-72B3. Sua utilização é principalmente voltada ao enfrentamento de outros blindados ou a destruição de fortificações e estruturas hostis. Dentre suas capacidades ofensivas, ao depender do modelo do blindado ela varia, MBTs da classe T Russo, possuem a sua disposição ATGMs que podem ser disparados do canhão que são guiados por meio de sistema de mira Eletro Óptico ou a Laser, já MBTs ocidentais, normalmente constam apenas com o seu Canhão como arma principal, se destacando porém em suas munições que tendem a ter maior penetração e alcance efetivo, já em termos de blindagem, alguns blindados igual os IFVs podem vir equipados ou com placas de cerâmica em suas laterais, ou placas de proteção reativa que são ideias para proteção contra munições HEAT, ATGMs e RPGs, alguns veículos como o T-14 possuem proteção Ativa além da blindagem extra que já carrega, impedindo com que Mísseis antitanque de qualquer espécie atinjam o veículo.

Comunicação com a tripulação
MD/BG-73 Comunicação com o artilheiro
Guia

O atirador do blindado, é o principal responsável pelo emprego das armas do veículo, e cai sob a responsabilidade do comandante, guiá-lo com o intuito de utilizar da melhor forma os armamentos disponíveis no blindado

MD/BH-79 Ordens de suporte
Habilidade

1) Cobrir (direção ou azimute): ordem utilizada com o intuito de dar cobertura enquanto uma unidade aliada se encontra avançando ou recuando, ou caso esteja estática porém sem a capacidade de cobrir a si mesma (exemplo: múltiplos aliados abatidos e em tratamento) 2) Supressão (qual tipo de arma, qual direção, por quanto tempo): ordem utilizada para dar cobertura enquanto uma unidade aliada está ativamente sob fogo inimigo

MD/BH-80 Ordens de combate (artilheiro)
Habilidade

1) Engajar/abrir fogo (alvo, distância, azimute, qual arma):ordem dada quando identificado qual o tipo de unidade inimiga avistada e que há a capacidade de abate-la 2) carregar (tipo de munição): ordem dada quando se sabe qual será o tipo de unidade que será confrontada, levando em consideração sua efetividade e capacidade remuniciação 3) Checar munição: ordem dada com o intuito de compreender a capacidade operacional das armas do blindado, e notificar o comando à uma possível necessidade de remuniciamento

MD/BG-74 Comunicação com o motorista
Guia

A cavalaria é uma arma de alta importância estratégica, logo, um dos seus principais benefícios é a capacidade de estar presente no lugar certo na hora certa, tendo isto em mente, é de extrema importância que o comandante de blindado saiba como posicionar seu veículo, visando explorar todas as sua vantagens em campo

MD/BG-75 Condução de comboio
Guia

O comboio se caracteriza como uma técnica de movimento, que manter os veículos aliados em constante visual um com o outro, e permite uma melhor organização durante o percurso dentro e fora da zona de combate, entretanto, por ser uma formação fechada, acaba se tornando vulnerável à emboscadas e combate em curta distância, logo, é responsabilidade do comandante de blindado, saber conduzir o comboio, tendo como principal função, realizar a segurança das equipes durante o deslocamento até o objetivo, é o comandante de blindado quem deve instruir a velocidade e distância dos veículos para garantir a conclusão de tal função

MD/BH-81 Ordens de comboio
Habilidade

1) Alto: ordem dada quando for necessário observar a frente do comboio com o intuito de melhor se preparar para uma possível emboscada, ou para se locomover com o intuito de abater quaisquer que sejam as ameaças antes que atinjam o corpo principal do comboio 2) Movendo: ordem dada quando for confirmado que não há ameaças presentes, visando retornar à formação aliada 3) Quebrar para (esquerda ou direita): ordem dada com o intuito de permitir que o veículo atrás do blindado tenha a capacidade de enxergar o que há na frente, visando aumentar a capacidade de engajamento das armas disponíveis, ao se deparar com uma quantidade elevada de inimigos 4) contornar/flanquear: ordem dada quando há a presença de algum explosivo na estrada, ou quando há a necessidade de encontrar um melhor ângulo para o atirador engajar o inimigo 5) Retornar formação: ordem dada quando as ameaças forem neutralizadas, e o movimento do comboio pode se resumir

MD/BH-82 Ordens de combate (Motorista)
Habilidade

1) Apontar blindado para (direção ou azimute): Ordem dada com o intuito de melhor aproveitar a armadura frontal do blindado contra os disparos inimigo 2) Movimento tático (direção ou azimute, limite de velocidade): ordem dada quando for essencial a cautela ao se aproximar de uma área onde haverá possibilidade de confronto, visando dar ao atirador a vantagem para avistar e identificar as ameaças 3) Movimento de combate com cobertura: utilizado em combate de tanque contra tanque, ou em situações aonde o blindado aliado enfrenta um oponente com poder de fogo igual ou superior a seu próprio 4) perseguir (alvo): ordem dada quando o atirador perde visual de um alvo, ou quando o alvo previamente designado bate em retirada informando assim o azimute e direção que o alvo se evadiu 5) acompanhar (qual unidade, a que distancia, a frente ou atrás): ordem dada com o intuito de realizar a escolta de uma unidade aliada durante o combate, altamente recomendada durante o combate urbano 6) recuo tático: usado para recuar para uma posição segura, porém ainda mantendo sua armadura mais forte direcionada ao fogo inimigo 7) bater em retirada: ordem dada quando se retirar do local atual for mais importante do que manter a frente do blindado apontada para o inimigo, em alguns casos é recomendável utilizar da cortina de fumaça do comandante para aumentar as chances de sucesso 8) Desembarque de emergência: ordem dada quando a mobilidade ou armamento do blindado for comprometido de tal forma que permanecer dentro do veículo trará uma alta chance da tripulação ser completamente aniquilada A) Após o desembarque o comandante assume uma função de LDT ou LDB na qual o mesmo segue responsável pelo restante da tripulação com o dever, caso esteja longe de qualquer elemento aliado, de recuar sua equipe em busca de proteção e garantir uma forma de se comunicar com outras equipes ou de buscar um modo de resgate, após ser integrado novamente a operação questionar ao LDO qual deve ser o próximo passo se o LDB seguirá como um time de infantaria ou se terão à disposição outro blindado.

comunicação com outros elementos
MD/BG-76 Conduta de equipe
Guia

Durante o combate é necessário que o comandante esteja pronto para se comunicar de forma efetiva com diversos elementos dentro da operação, seja com equipe médica, elementos de infantaria próximo, elemento de comando ou outros veículos e suportes, para isso o comandante já deve ter dominado toda a prática de comunicação para transmitir a informação de maneira rápida e objetiva.

MD/BH-83 Comunicação com Equipe médica
Habilidade

1) Ao identificar por meio do blindado aliados caídos, informar via rádio de longa ao Líder de Operações ou ao Médico de Operações.[ A) “Aqui é Porcão, informando aliados abatidos grid xxx-xxx próximos a (ponto de referência) solicitando auxílio médico” B) Após a confirmação do auxílio, seguir as instruções que serão passadas a você “Ordem de Cobertura, Ordem de Supressão ou Ordem de Movimentação”

MD/BH-84 Comunicação com Elementos de Infantaria
Habilidade

1) Ao operar próximo a elementos de infantaria seja algum time ou equipe é importante manter uma comunicação contínua, para isso pode-se utilizar desde o rádio de longo alcance onde o comandante pode-se comunicar com o LDT ou LDE como também pode-se utilizar do telefone de infantaria que está disponível no exterior dos blindados ou até mesmo a comunicação verbal ao abrir a escotilha do veículo. 2) Na comunicação com a Infantaria sempre se manter informado dos objetivos de movimentação, das posições aliadas no terreno seja por grid ou ponto de referência, do estado e capacidade dos elementos aliados e de possíveis contatos inimigos próximo aos aliados. A) Questionamento - “Aqui é Porcão, Questiono qual a posição aliada” Resposta - “Copiado Alpha, infantaria se movimentando para Grid XXX-XXX, confirma?) B) Informação recebida - “Alpha para Porcão, infantaria em contato no Grid XXX-XXX, inimigos em (Ponto de Referência) solicitando suporte” Resposta “Aqui é Porcão copiado, infantaria solicitando suporte Grid XXX-XXX, Inimigos em (Ponto de Referência) confirma?” Após a confirmação, Informando - “Porcão a caminho” A Comunicação pode ser realizada de diversas formas, até não seguir totalmente a padronização de fala a depender do contexto do momento, já que em momentos de confronto intenso nem sempre é possível transmitir ou receber de maneira calma, rápida e precisa as informações, porém é sempre de extrema importância realizar o CLC, para a confirmação da informação recebida.

MD/BH-85 Comunicação com elemento de comando
Habilidade

1) Ao se comunicar com o comando da operação, ou ao comando de base (zeus) sempre transmita de forma precisa a informação a ser repassada. A) “Comando de Operações (Sempre especifique qual comando) aqui é Porcão estou no Grid XXX-XXX, questiono se existem aliados no Grid XXX-XXX?” B) Ao se comunicar sempre que possível, informar seu Grid, principalmente para o comando de operações para o manter sempre informado de sua posição.

MD/BG-77 Comunicação com outros suportes\blindados
Guia

A comunicação com outros blindados ou suportes deve seguir o mesmo padrão que a comunicação com o elemento de comando e elemento de infantaria, sempre buscando informar sua posição como também estar ciente das posições deles, principalmente se for outro blindado atuando dentro da operação.

I - Introdução

CONCEITOS BÁSICOS E REFERÊNCIAS
COMO FUNCIONA AS MISSÕES DO GRUPO
COMO VOCÊ PODE CRIAR A SUA

II - Critérios das Missões

sobre o briefing
MD/BG-78 Como criar um briefing
Guia

Você terá que preencher 3 partes do briefing de acordo com as políticas: - Situação - Missão - Execução A situação ela descreve o contexto, logo pense em tudo que precisa ser mencionado aos membros antes deles executarem sua operação. A missão ela é a parte que precisa ser mais clara possível do que deverá ser feito para ter uma operação concluída. A execução ela é a intenção que você pretende que os membros executem sua missão, não microgerencie essa parte, mas utilize ela para descrever alguma decisão que você quer que seja priorizada, ao invés de outra. Qualquer dúvida envie no discord de missões que os outros membros irão ajudá-lo.

MD/BP-24 O que deve constar na parte de Situação do briefing
Política

Deve conter o contexto da missão mantendo a brevidade o máximo possível para que o mesmo caiba em um paragrafo, o objetivo é dar uma base para os membros terem conhecimento do que os aguarda sem prolongar muito a leitura.

MD/BP-25 O que deve constar na parte de Missão do briefing
Política

Deve conter de forma clara os objetivos principais da missão afim de dar um norte sobre o que os membros devem esperar, porém objetivos secundários e objetivos gerados após alguma ação na missão podem estar ocultos. Devendo priorizar tópicos ou um texto claro descrevendo os mesmos.

MD/BP-26 O que deve constar na parte de Execução do briefing
Política

Deve especificar o modo como a missão será realizada, por exemplo: meio de transporte, rota, ordem dos objetivos e extração.

sobre os slots
MD/BG-79 Como escolher os slots da sua missão
Guia

MD/BP-27 Infantaria
Política

A infantaria é a rainha das armas e o foco principal do nosso grupo, por esses motivos a mesma deve ser sempre o centro das atenções quando presente.

MD/BP-28 SLOTS Infantaria
Política

Elemento de Comando Líder de Operações (CMD3) Médico de Equipe (MED2) ou Médico de Operações (MED3) Engenheiro (INF2) [opcional] Equipe de rifles Líder de equipe (CMD2) Médico de Equipe (MED2) [opcional] Time A Líder de Time (CMD1) Antitanque Leve (INF1) ou Granadeiro (INF1) Fuzileiro Automático (INF2) Fuzileiro (INF0) ou Atirador Designado (ATR1) Time B Líder de Time (CMD1) Antitanque Leve (INF1) ou Granadeiro (INF1) Fuzileiro Automático (INF2) Fuzileiro (INF1) Equipe de armas Líder de Equipe (CMD2) Médico de Equipe (MED2) [opcional] Fuzileiro Automático Médio (INF2) Fuzileiro Antitanque Médio (INF2) Auxiliar (INF0)

MD/BP-29 Operações de Quinta-Feira
Política

Em operações durante a quinta feira a necessidade é de apenas um time de rifles e tendo a possibilidade de liberação de uptier para membros que possuam um tier da função desejada.

MD/BP-30 Operações de Domingo
Política

Em operações de domingo é obrigatório seguir o padrão de cadeia de comando com pelo menos uma equipe de rifles, sendo permitido uma equipe de armas e outros suportes, mantendo sempre um numero menor que a equipe de rifles. Não existindo a possibilidade de uptier.

sobre a condução das missões
MD/BG-80 Como conduzir sua missão
Guia

MD/BH-86 Objetivo é ser um contador de história e não o inimigo em si (Zeus)
Habilidade

A função primordial do Zeus é a de um narrador, responsável por guiar uma experiência imersiva e desafiadora. A mentalidade de "Zeus vs. Jogadores" é estritamente proibida. Todas as ações adversárias, como emboscadas ou reforços, devem servir ao propósito de criar problemas táticos superáveis e tensão narrativa, e não buscar a aniquilação da equipe a qualquer custo. O sucesso do Zeus é medido pelo sucesso da operação e pela qualidade da experiência dos jogadores, não pela sua derrota.

MD/BH-87 Manutenção da névoa de guerra (Zeus)
Habilidade

O Zeus deve operar como se não tivesse uma visão onisciente do campo de batalha. O posicionamento de inimigos, armadilhas ou patrulhas deve ser baseado em inteligência militar simulada (última posição conhecida dos jogadores, rotas prováveis de avanço, defesa de pontos estratégicos). A IA não deve ter o mesmo conhecimento do Zeus, logo seu posicionamento e conduta precisa refletir isso, por isso busque spawnar inimigos em lugares mais óbvios de onde viriam e não aleatoriamente ou onisciente.

MD/BH-88 Spawn de inimigos em locais que façam sentido
Habilidade

Evitar gerar inimigos em areas limpas ou de forma punitiva, sem uma devida razão para o mesmo, exemplo (emboscadas, agentes duplos, etc).

III - Loadouts Padrão

infantaria
MD/BP-31 Loadout de Fuzileiro
Política

**LOADOUT – Fuzileiro** *Uniforme* __Itens Médicos__ - 2x Bandagem Elástica - 2x Bandagem Coagulante - 2x Bandagem de Compressão - 1x Sangue 500ml __MISC__ - 2x Algemas - 1x Protetor auricular - 1x Cantil *Colete* __Munição__ - 2x Secundaria - 11x Primaria ~= 330 munições __Arremessáveis__ - 2x Chemlight - 1x Fumaça Azul - 2x Fumaça Branca - 2x Frag __Misc__ - 1x ctab (dagr/s7) - 1x radio *Mochila* __Itens Médicos__ - 1x IFAK __Ferramentas__ - 1x Ferramenta de Trincheira - 1x Lanterna de mapa

MÉDICA
MD/BP-32 Loadout de Médico de Combate (MED2)
Política

Deve constar: MOCHILA Fluidos & Acesso Venoso • 16x Cateter IV (16g) • 500 mL de Plasma • 250 mL de Soro Salino • 4x Bolsas de Sangue O- (1L) Medicações & Estimulantes • 8x Epinefrina • 8x Naloxona • 2x Carbonato de Amônio • 4x Inalador Penthrox Bandagens (Total: 60) • 20x Bandagem Elástica • 20x Bandagem Coagulante • 20x Bandagem de Compressão Equipamentos & Ferramentas Médicas • BMV Portátil • DEA – Desfibrilador Externo Automático • Estetoscópio • Kit Cirúrgico • 2x Oxímetro de Pulso • Garrafa de Café Kits Específicos • 4x Kit AAT • 4x Kit NCD Vias Aéreas & Respiração • 8x Tubo Laríngeo (King LT) • 8x Selante Torácico (Chest Seal) Imobilização & Hemorragias Graves • 6x Tala Imobilizadora • 6x Torniquete

MD/BP-33 Loadout de Médico de Operações/Doutor (MED3)
Política

Deve constar: Circulação & Ferramentas • Bolsa de Sangue 1000 mL x2 • Bolsa de Plasma 1000 mL x2 • Bolsa de Soro Salino 250 mL x1 • Bisturi x8 • Cateter IV 16g x16 • Dispositivo IO (FAST IO) x8 • Oxímetro de Pulso x2 • Kit Cirúrgico x1 • Desfibrilador x1 Pressão & Ressuscitação • Carbonato de Amônio x2 • Epinefrina Autoinjetável x8 • Nitroglicerina x8 • Norepinefrina x8 • Fenilefrina x8 Cardiologia & Overdose • Amiodarona x8 • Atropina x4 • Naloxona x16 Vias Aéreas • Kit de Acesso Avançado (AAT) x8 • King LT (Tubo Laríngeo) x8 • Selante Torácico (Chest Seal) x8 Trauma • Tala Imobilizadora x8 • Torniquete x8 • Bandagem Elástica x30 • Bandagem de Preenchimento (Packing) x30 • Ácido Epsilon-Aminocapróico (EACA) x8 • Ácido Tranexâmico (TXA) x8 Gerenciamento de Dor • Fentanil x10 • Cetamina x8 • Lidocaína x8 • Nalbufina x4 • Penthrox (Inalador Analgésico) x4

COMANDO
CAVALARIA
ATIRADORES
AVIAÇÃO